quinta-feira, 19 de junho de 2014

Taxista tem carro roubado em Murici

Evandro Nunes Tomaz, trafegava com seu carro na estrada de terra na região de Pacas, em Murici, quando teve seu carro levado por quatro homens armados

O taxista Evandro Nunes Tomaz, mais conhecido como ‘Papudinho’, esteve na delegacia regional de polícia, em União dos Palmares, para registrar o roubo de seu veiculo, um Fiat Uno Mille prata, ano 2008, placas MOK 6356 de União dos Palmares-AL, tomado de assalto quando ele trafegava na estrada de terra na região de Pacas, zona rural de Murici, nesta quarta-feira, 18, por volta das 11h da manhã.

“Eu tinha acertado uma corrida (viagem) com um casal e uma criança de cerca de 10 anos de idade para a cidade de São Miguel dos Campos-AL. A senhora  que mora na fazenda Pacas precisava tirar o gêsso da perna em São Miguel onde tinha feito uma cirurgia, e depois de deixá-la em casa na fazenda, já na volta para União dos Palmares, fui abordado por quatro homens que estavam num Gol, de cor preta”. A vítima disse que não teve como anotar a placa do veiculo em que se encontravam os assaltantes.

Papudinho é taxista em União dos Palmares há mais de 15 anos, e disse que próximo do quilômetro 52, da BR-104, ainda na estrada de terra foi abordado pelos assaltantes que colocaram uma pistola em sua cabeça. “Vamos, gordo fela da p…” desce do carro, pois precisamos dele para fazer uma manobra! ’, contou ele chorando copiosamente antes de confeccionar um Boletim de Ocorrência na regional de União dos Palmares.

Evandro Nunes Tomaz, disse ainda, que foi socorrido por um policial militar que assistiu a tudo a cerca de 300 metros do local, mas que não se lembra do seu nome. “O militar cruzou comigo logo em seguida a abordagem dos assaltantes. Ele vinha sendo seguido pelos bandidos, mas escapou, pois quem entrou no cenário do crime fui eu que tive o carro tomado pelos assaltantes”, disse.

Levado para a delegacia municipal de polícia de Murici, os agentes da PC alegaram que ‘nada podiam fazer, porque estavam de plantão apenas dois policiais da civil’; no GPM – Grupamento da Polícia Militar – o taxista disse ter encontrado fechado.

“Eu pedi tanto para não morrer. Um dos bandidos ainda colocou a pistola na minha cabeça, enquanto um segundo homem mandou que eu entrasse no carro e sentasse no banco de trás do meu carro, mas logo eles decidiram me abandonar na estrada que vai em direção a fazenda Pacas e o líder do bando me mandou correr: “não tive forças nas pernas, porque entrevei”, contou o taxista na regional de União dos Palmares.

Ivan Nunes  • 18 de junho de 2014 • 4:01 pm

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