sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Taxista é sequestrado e feito refém durante assalto em Maceió

Caso aconteceu na madrugada e polícia ainda não tem informações se ele foi encontrado; crime foi cometido por dois suspeitos

Taxista foi sequestrado por dois homens no Tabuleiro do Martins

O roubo de um veículo acabou no sequestro de um taxista na madrugada desta sexta-feira (8), em Maceió. O caso aconteceu no Tabuleiro do Martins e o motorista, que estava em um Renault Logan Sedan, de cor branca e placa não identificada, ainda não foi localizado pela polícia.

Segundo informações do relatório do Centro Integrado de Operações da Secretaria de Segurança Pública (Ciosp/SSP), um motorista de Uber teria entrado em contato com a PM informando o roubo de um táxi por dois suspeitos, que levaram o taxista como refém e conseguiram escapar.

A dupla fugiu no sentido da Santa Amélia. De acordo com a testemunha, o primeiro estava sem camisa e com boné vermelho, enquanto o segundo não teve qualquer característica identificada. Um alerta geral foi feito ainda durante a madrugada para todas as mesas de rádio do Ciosp.

A polícia ainda não tem novas informações sobre o caso na manhã desta sexta-feira (8). A Gazetaweb tentou contato com o Sindicato dos Taxistas, mas não obteve sucesso.

Por Larissa Bastos | Portal Gazetaweb.com    08/12/2017 08h51

FOTO: NELDSON NEVES / O LIBERAL

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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Mulher acusa motorista da Uber de sequestro relâmpago e ameaças

Vítima conta que pulou do carro para fugir. Caso aconteceu no dia 24 de novembro e Uber diz que o motorista foi desativado desde que a denúncia foi feita.


Uma mulher identificada como Ana Paula Silva fez um relato de desespero em sua página do Facebook. Ela acusou um motorista da Uber, que aparece no cadastro da empresa como Carlos Daniel, de fazer um sequestro relâmpago com ela sob fortes ameaças.

O caso aconteceu na noite do dia 24 de novembro, próximo ao Norte Shopping, em Del Castilho, Zona Norte do Rio. No aplicativo, o motorista aparece com avaliação 4,17, com tempo de trabalho de um mês.

“Na sexta-feira à noite, saindo do Norte Shopping, chamei um Uber, e aí então começou todo o meu desespero. Sofri uma espécie de sequestro relâmpago, o indivíduo percorreu comigo todas as comunidades nas proximidades da Avenida Dom Hélder Câmara, me fazendo ameaças a todo tempo, passamos pelo Engenhão, e ele ameaçava entrar nas comunidades próximas, foi quando ele reduziu a velocidade, eu abri a porta, joguei as bolsas na rua e me joguei também”, relatou Ana Paula.

A mulher ainda conta que, após conseguir fugir do motorista, ficou em uma rua completamente deserta, onde recebeu a ajuda de um senhor. “Ainda estou muito abalada. Estou também com a perna direita inchada e dolorida por ter tido que puxá-la pra fugir do carro. Amigos, estou tomando todas as devidas medidas para que esse marginal seja punido e não venha mais fazer nenhum tipo de vítima, porque só eu sei os momentos de tortura psicológica que passei”, acrescentou.

Carlos Laia  29 de novembro de 2017         

 Por G1 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Rui Palmeira critica regulamentação da Uber e diz que empresa não quer pagar imposto


Rui Palmeira critica regulamentação da Uber e diz que empresa não quer pagar imposto

O prefeito Rui Palmeira (PSDB), na manhã desta sexta-feira (03), criticou a regulamentação da empresa Uber que o Senado aprovou na última terça-feira (31). Para o prefeito, a empresa Uber pratica o “calote” ao se negar pagar imposto em Maceió e nas outras cidades do país.

Durante a entrega de mais um parque infantil sustentável, na Avenida Silvio Viana, no bairro da Ponta Verde, Rui enfatizou que a empresa investe na propaganda e com muita “cara de pau” diz que o serviço está regulamentado.

“Claro que não é regulamentado. Eles exploram a mão de obra e quem ganha é a empresa, o meu desejo é que assim como o táxi, o serviço seja regulamentado e que os motoristas passem por uma capacitação para saber se eles são aptos ou não”, disse o prefeito.

O prefeito também disse que não é contra a Uber, mas que é necessário que o serviço se equipare ao táxi para que a concorrência seja justa e que eles paguem impostos.

Foto: Bruno Levy/Cada Minuto Rui Palmeira

Por Raíssa França com Bruno Levy*  03/11/2017 às 10:04  Maceió


Fonte:
http://www.cadaminuto.com.br/noticia
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Uber proibida em Londres por ferir a integridade física do cidadão

O presidente do Uber vem ao Brasil para tentar evitar a regulamentação de aplicativos que prestam serviço de táxi em carros particulares. O único investimento que o Uber faz no Brasil é nas altas somas pagas à Rede Globo pelas propagandas em horário nobre, como a que foi exibida esta semana no intervalo do Jornal Nacional. Quando o Uber paga para ter direito à publicidade na Globo, está investindo numa emissora que patrocina a tomada do poder político por figuras como o Temer. Ao ser anunciante da Globo, o Uber fortalece uma emissora que ajudou a promover movimentos neoconservadores como o MBL. Quando o Uber se associa à Globo, fortalece uma empresa de comunicação que apoiou dois golpes de Estado; que se empenhou pela aprovação da Reforma Trabalhista, uma reforma que desregulamentou o emprego como conhecemos; a mesma Globo, que agora nos empurra a Reforma da Previdência como algo benéfico, não revelando que se trata da privatização do sistema de aposentadorias. O Uber e a Globo são faces iguais de uma mesma moeda oxidada.

O Uber alega que a regulamentação fere o direito de escolha do cidadão, não confessa que foi proibido em grandes metrópoles como Londres por ferir a integridade física do cidadão, por não proporcionar segurança aos seus usuários e motoristas, da mesma forma que ocorre no Brasil. O presidente do Uber não irá falar sobre as mais de 50 mil denúncias que coleciona em sites de defesa do consumidor, como o Reclame Aqui, nem revelará que é uma das empresas com mais queixas diárias relatadas nesse mesmo site. O Uber e outros aplicativos são empresas de táxi enxertadas pelo capital estrangeiro, mas que não querem ser classificadas nas mesmas regras que orientam os taxistas. Querem o monopólio de um mercado que é bilionário quando não precisam se submeter às leis que protegem o consumidor e os prestadores de serviço. O Uber e todos os aplicativos querem a mesma desregulamentação que vai acabar com nossos empregos, com a nossa renda e com a aposentadoria que nos garantia sobreviver à velhice.


Texto de Alexandre Coslei. Facebook 30/10/2017
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Ricardo Boechat fala sobre regulação da PLC 28/17

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Uberização: a nova onda do trabalho precarizado”

Livro questiona efetividade do Uber e de outros aplicativos

O debate sobre os serviços de compartilhamento ganha um novo tópico nesta terça-feira (24), com o lançamento do livro "Uberização: a nova onda do trabalho precarizado", do autor britânico Tom Slee, publicado pela Editora Elefante.

A obra reforça o embate que existe sobre a efetividade de empresas responsáveis por serviços como o Uber e o Airbnb e apresenta a discussão sobre um outro ponto de vista: o das relações de trabalho e da inserção dos apps na economia.

Apesar das várias vantagens que os consumidores apontam em serviços como esses, Tom Slee é um crítico da economia do compartilhamento – chamada por ele de "movimento pela desregulação" - e afirma que essas novas empresas tentam se sobrepor às normas elaboradas por meio do processo democrático para impor o seu modelo.

Slee diz que o sucesso do Uber "decorre de seu parasitismo nas cidades onde opera" e enfatiza que a habilidade do aplicativo em fornecer um serviço barato e eficiente "vem da habilidade de operar em prejuízo enquanto persegue seu generosamente financiado caminho para o crescimento".

Num dos trechos do livro, o britânico afirma que "grandes instituições financeiras e fundos influentes de capital de risco estão vislumbrando uma oportunidade para desafiar as regras formuladas pelos governos municipais democráticos ao redor do mundo".

"E para remodelar as cidades de acordo com seus interesses... Não se trata de construir uma alternativa à economia de mercado dirigida por corporações. Trata-se de expandir o livre mercado para novas áreas de nossas vidas", acrescenta.


Segunda-feira, 23/10/2017, às 20:47, por Matheus Leitão

Fonte:

http://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/livro-questiona-efetividade-do-uber-e-de-outros-aplicativos.html
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