sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Veículos de placa final 1 iniciam verificação do taxímetro em 1° de fevereiro

Sem reajuste de tarifa, aferição irá acontecer ao longo do ano seguindo a numeração final dos veículos

Dando início ao calendário anual de aferição dos taxímetros da capital alagoana, o Instituto de Metrologia e Qualidade e Alagoas (Inmeq/AL) agendou para o primeiro dia do mês de fevereiro a aferição dos táxis com placa final 1. O agendamento deverá ser feito através do site servicos.inmetro.rs.gov.br. A pista para realização do serviço fica na Avenida Senador Rui Palmeira, bairro Trapiche da Barra, em frente ao campo do Fortaleza.

A diretoria técnica informa que para realizar a aferição do aparelho, o motorista deverá pagar taxa de serviço através da Guia de Recolhimento da União (GRU) e, no dia agendado, apresentar o certificado da última verificação, licenciamento do veículo e vistoria da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT).

O motorista que encontrar dificuldade em realizar o agendamento, pode procurar atendimento da sede do órgão na Rua Empresário Valentim dos Santos Diniz, S/N bairro Canaã, ou pelo telefone 3218-9127.               

Cronograma para 2017

Período                         Final da Placa

De 01 a 28/02                          1

De 01 a 31/03                          2

De 01 a 30/04                          3

De 01 a 31/05                          4

De 01 a 30/06                          5

De 01 a 31/07                          6

De 01 a 31/08                          7

De 01 a 30/09                          8

De 01 a 31/10                          9

De 01 a 30/11                          0


Fonte:
INMEQ/AL



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Validade do CRLV para o ano de 2017




CONSIDERANDO que, em virtude do parcelamento do IPVA, o calendário de licenciamento anual de veículos do Estado de Alagoas já fora divulgado; 

RESOLVE aprovar a seguinte INSTRUÇÃO NORMATIVA

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2017




Maceió - quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

CONSELHO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS-CETRAN/AL









quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Calendário de renovação anual das permissões de táxi em Maceió - 2017


Calendário de renovação da permissão de táxi para o ano de 2017.

Este ano o calendário trás uma novidade que é os dias da escolinha/capacitação dos taxistas

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Como denunciar um crime virtual passo a passo



Compreender o que é e como denunciar um crime virtual é fundamental para combater e evitar essas práticas criminosas. Muitas vezes, devido à falta de orientação, conhecimento ou por medo, as pessoas deixam de denunciar e o criminoso permanece praticando os crimes.

Apesar de ser um assunto pouco comum no dia a dia das pessoas, um simples passo a passo pode auxiliar a entender como denunciar um crime virtual. Qualquer pessoa vítima de um crime dessa espécie pode e deve denunciá-lo.

O que são crimes virtuais?

Crimes virtuais são os crimes praticados através da internet ou computadores. Os criminosos buscam atingir a própria vítima ou apenas o computador dela. Alguns também buscam atingir uma rede de computadores completa, como as de empresas, organizações e órgãos públicos.

Independente do objetivo ou forma de praticar, esses crimes podem ser punidos a partir da denúncia, podendo levar a detenção do criminoso e ao pagamento de multa. Ao denunciar um crime virtual, será possível contribuir para impedir que esses crimes continuem.

Alguns dos exemplos de crimes virtuais são: roubo de informações, desvio de dinheiro de contas bancárias, sites falsos de compra eletrônica, crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), ameaças, falsidade ideológica, entre outros.


Passo 1: Coleta de informações

O primeiro passo para denunciar um crime virtual consiste em reunir as informações e dados do crime. A vítima deve salvar tudo que pode auxiliar a provar o crime cometido, desde e-mails, fotos de telas (print screen), dados do criminoso, conversas em redes sociais, entre outros. Ou seja, nessa etapa é essencial armazenar todos os materiais e arquivos que comprovem o crime.

Além disso, é importante salvar essas informações de forma segura e em mais de um local para evitar a perda dos arquivos e comprometer a denúncia que será realizada.

Passo 2: Registro

Após coletar todas as informações relacionadas ao crime, a vítima deve dirigir-se a um cartório e registrar esses arquivos em uma ata notarial. Essa ata é um instrumento público que registra os documentos e declara a veracidade deles, ou seja, confirma que os documentos são verdadeiros.

Assim, esses arquivos poderão ser utilizados como prova em uma futura ação judicial, pois o tabelião do cartório confirma a veracidade deles. Esse registro irá auxiliar a vítima a comprovar e denunciar um crime virtual.

Passo 3: Boletim de Ocorrência

A última etapa também está relacionada a um registro, que deve ser realizado em delegacias de polícia. A vítima do crime deve dirigir-se a uma delegacia de polícia e registrar um boletim de ocorrência sobre o ocorrido. Algumas cidades no país possuem Delegacias Especializadas em Crimes Cibernéticos, mas esse registro pode ser feito em qualquer delegacia por todo o país.

O boletim de ocorrência é um documento fundamental no processo de denunciar um crime virtual, pois permite que seja instaurado um inquérito policial para realizar a apuração do crime, ou seja, a investigação.

Após essas três etapas, a denúncia do crime virtual estará completa e cabe a vítima aguardar a investigação policial. Embora muitos casos possam não ser solucionados, a denúncia é a melhor forma de evitar que os criminosos sigam praticando esses crimes. Assim, a partir desse momento, é essencial que a vítima busque se proteger e auxiliar outras pessoas vítimas de crimes virtuais.

Direito Penal, Direitos do Cidadão

Fonte:


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Taxistas fazem protesto pacífico contra atuação do Uber em Maceió


Taxistas protestam contra a atuação do Uber em Maceió

Categoria busca informações sobre limites de atuação da empresa e cobram da SMTT mais fiscalização

O crescimento da Uber em Maceió levou taxistas à sede da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), na manhã desta segunda-feira, onde aconteceu um protesto pacífico. Os condutores buscam informações sobre os limites de atuação da empresa e cobram do órgão mais fiscalização.

De acordo com Thiago Holanda, diretor do Sindicato dos Taxistas do Estado de Alagoas (Sintaxi/AL), a categoria quer entender as garantias dadas por uma liminar expedida pela Justiça para atuação da empresa na capital. Sem fiscalização, a atividade estaria afetando profissionais que atuam há anos como taxistas.

"Nós não entendemos como uma categoria regulamentada pode ser prejudicada, sem que ninguém faça nada, por uma empresa que chegou ao país recentemente e lançou um aplicativo de transporte. Uma empresa que não paga os impostos que nós pagamos para poder circular", questiona o diretor sindical à reportagem.

Um dos exemplos citados por ele é o tranporte de passageiros fora dos limites da capital. "Tem se tornado comum o transporte de passageiros entre Maceió e Rio Largo, ou seja, o transporte intermunicipal. Neste caso específico é competência da Arsal [Agência Reguladora de Serviços de Alagoas] fazer a fiscalização", pondera.

Segundo Holanda, uma pauta de reivindicações deve ser apresentada à Superintendência. "Nós devemos nos reunir com os gestores da SMTT e apresentar nossas reivindicações. Há uma série de itens que têm sido descumpridos, por falta de fiscalização, o que tem nos prejudicado e afetado nossa renda", explica.

E conclui: "Na última segunda, eu só consegui R$ 38. Como um profissional que paga impostos, que tem que pagar a manutenção do veículo e que tem uma família para sustentar pode sobreviver desta forma?".

FOTO: EDUARDO ALMEIDA

Por Eduardo Almeida | Portal Gazetaweb.com     

16/01/2017 09h27 - Atualizada às 16/01/2017 10h03

Fonte:


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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Prefeito sanciona Lei de Transferência de Praças de Táxi





O prefeito Rui Palmeira assinou, na manhã desta terça-feira (27), o documento que sanciona a Lei de Transferência de Praças de Táxi em Maceió. A reunião aconteceu na sede da Prefeitura, em Pajuçara, e contou com a presença de representantes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) e do Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sintaxi-AL). O texto do projeto de lei é uma conquista significativa para mais de 500 famílias que residem na capital alagoana e possuem concessões de táxi de familiares já falecidos e não tinham segurança jurídica.