terça-feira, 10 de setembro de 2013

MP 615 chega ao Senado Federal

Aprovada na Câmara, MP 615 chega ao Senado dentro do prazo mínimo estabelecido por líderes


A Medida Provisória 615/2013, recebeu e foram aprovadas as concessões de táxis a serem deixadas por seus titulares como herança à família, chegou na noite de segunda-feira (9) ao Senado, depois de ser aprovada pela Câmara dos Deputados e perde a validade no próximo dia 16.

A aprovação na Câmara abre caminho para que o texto seja votado pelo Senado.

Tramitação

A medida provisória é uma norma editada pelo presidente da República em casos de relevância e urgência – conforme a Constituição Federal. A MP começa a vigorar imediatamente após sua edição, mas, para virar lei, deve ser aprovada pelo Congresso.

Como já indica o nome, a matéria é provisória até o exame do Legislativo, que pode ter a pauta trancada caso não vote a MP em 45 dias. Se não for aprovada no prazo de 60 dias de sua edição, renovável por mais 60, ela perde a eficácia.


Publicado por Senado (extraído pelo JusBrasil) - 10 horas atrás


Com informações da Agência Câmara


*** A partir das 16 horas desta quarta feira estaremos acompanhando passo a passo cada detalhe da votação no Senado Federal.


Fernando Ferreira
Secretario Geral
SINTAXI-AL

Licença hereditária de táxi é incluída em MP e aprovada na Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (9) uma previsão de licença hereditária para taxistas. A possibilidade foi inserida numa medida provisória votada pelo plenário da Casa. O texto segue para análise do Senado e precisa ser votado até o próximo dia 16, quando perde a validade.

Pela proposta, em caso de morte do permissionário, a autorização poderá ser repassada para cônjuge, filhos ou irmãos. Como o texto aprovado pelos deputados estabelece que a hereditariedade vale para quem "explorar o serviço de transporte individual de passageiros", a medida terá efeitos para vans e mototáxi, por exemplo.

Algumas cidades já adotam essa medida que é uma reivindicação da categoria.

Em votações anteriores de medidas provisórias, o Congresso já estabeleceu esse benefício, mas acabou vetado pela presidente Dilma Rousseff. Na tarde de hoje, a presidente se reuniu com líderes da Câmara para discutir a pauta de votações do Congresso e teria indicado que vai manter a hereditariedade desta vez.

09/09/2013 - 23h30

DE BRASÍLIA

Fonte:
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Câmara aprova licença hereditária de táxi em MP sobre auxílio a usineiros

Proposta ainda terá de ser votada pelo Senado, antes de ir à sanção.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (9) medida provisória que, entre outros pontos, assegura a transmissão hereditária das licenças para explorar o serviço de transporte individual de passageiros, como táxis e vans. Para virar lei, o texto ainda precisa ser votado no Senado e ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

A emenda que irá permitir que as licenças de táxi passem de pai para filho faz parte de MP enviada ao Legislativo pelo governo que autoriza o pagamento de subsídio aos produtores de cana-de-açúcar e etanol da região Nordeste que sofreram perdas na safra 2011/2012.

09/09/2013 21h41 - Atualizado em 09/09/2013 23h25


Fabiano Costa

Do G1, em Brasília


Fonte:
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

VEJA como anda a tramitação da MP que propõe a hereditariedade das licenças de táxi.


Senado não abre mão dos sete dias para analisar MP, diz Renan
 
Henrique Alves pede o mesmo prazo para análise na Câmara.

MP 615 tem menos de 15 dias para passar nas duas Casas.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça-feira (4) que a Casa não pode abrir mão dos sete dias definidos pela mesa diretora para análise de medidas provisórias. Na terça-feira, foi aprovada em comissão especial do Congresso a MP 615, que precisa ser votada até o próximo dia 16 no plenário das duas casas Legislativas. Com isso, a Câmara tem até o dia 9 para aprovar o texto, prazo considerado curto pelos deputados.

“Com menos de sete dias não vamos apreciar as medidas provisórias. Essa decisão não é minha, é uma decisão da Casa, do Senado. Portanto, eu não vou revogá-la”, disse Renan.

Nesta terça-feira, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-AL), solicitou a Renan prazo também de sete dias para analisar MPs. Na prática, se as duas Casas definem este limite de dias para aprovar medidas provisórias, fica inviabilizada a aprovação da MP 615. Da data em que foi encaminhada para a Câmara (3 de setembro) até o prazo final para análise no Senado (16), a MP tem 13 dias para tramitar – já se passaram dois.

“Há um pedido para que nós não coloquemos em consideração aquela regra, que não é minha, é do plenário do Senado, de que nós não apreciaremos medida provisória que chegue com menos de sete dias, mas eu não posso fazer isso. Isso é uma decisão da casa, e eu não vou substituir decisão da casa recuando”, afirmou Renan.

Editadas pelo Executivo com validade imediata, as medidas provisórias podem tramitar por até 120 dias no Congresso. Se não forem aprovadas no prazo, perdem a validade e são arquivadas. Assim que enviadas pela Presidência, elas passam por uma comissão formada por deputados e senadores, mais restrita, que fazem alterações e só depois liberam para votação nos plenários das duas Casas, onde podem ser analisadas pelos demais parlamentares.

Encaminhada em maio pelo governo federal ao Congresso, a MP 615 ficou até esta terça sendo discutida na comissão especial. Inicialmente, a proposta tratava, entre outras medidas, do pagamento de subsídio aos produtores de cana-de-açúcar e etanol da região Nordeste que sofreram perdas na safra 2011/2012. No entanto, o relator da matéria, senador Gim Argello (PTB-DF) incluiu vários outros itens em seu parecer sobre a MP.


Um dos pontos inseridos pelo relator é o trecho que garante o refinanciamento, até o final de 2013, de dívidas de pessoas e empresas junto ao governo federal como parte do chamado Refis da Crise - programa de parcelamento de débitos de tributos federais para da primeira etapa da crise financeira de 2009.

Também foi incluído na MP  trecho que garante a hereditariedade nas licenças de táxi em todo o país. O item é semelhante ao que havia sido vetado pela presidente Dilma Roussef em outra proposta já sancionada pelo Executivo. A justificativa do governo na época do veto é que os serviços de táxi são de competência municipal. Porém, segundo o relator da matéria, o novo texto foi acordado com o governo federal.

A MP também amplia o prazo para que os clubes de futebol regularizem sua situação financeira junto ao Timemania, loteria administrada pela Caixa Econômica Federal criada para gerar receita para os times brasileiros. Com a MP, o período já encerrado para o parcelamento de dívidas dos clubes fica ampliado para até 31 de outubro de 2013.

Divergências

Líderes da Câmara dos Deputados divergem sobre o relatório elaborado pelo senador Gim Argello (PTB-DF). Na comissão mista que analisou a MP 615, o parlamentar do Distrito Federal incluiu diversas emendas que não têm referência com a proposta original, os chamados “jabutis”. Com isso, o texto passou de 16 para 49 artigos.

Entre outros pontos, o relatório de Gim Argello para a MP propõe a hereditariedade das licenças de táxi, a reabertura dos prazos do Refis da Crise (programa de renegociação de dívidas tributárias de 2009), o porte de armas para guardas prisionais fora de serviço e o uso do regime diferenciado de contratações públicas (RDC) para serviços e obras da rede de atendimento da mulher vítima de violência.

Em razão da inclusão de temas “estranhos” ao objeto principal, o líder do PR, deputado Anthony Garotinho (RJ), advertiu que só dará acordo para a votação da medida provisória se for retomado o texto original do Executivo. Por outro lado, o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), enfatizou na tribuna que não aceita votar a versão do governo, e insiste para que seja apreciado o relatório de Gim Argello. O peemedebista admite apenas analisar no plenário eventuais destaques para suprimir trechos que não forem consensuais.

Diante do impasse, Henrique Alves decidiu encerrar a sessão desta quinta e convocar uma nova tentativa de votar a MP, na segunda-feira (9). Porém, mesmo que os deputados aprovem o dispositivo na próxima semana, há o risco de o texto caducar, por causa do prazo mínimo de 7 dias exigido pelo Senado.


05/09/2013 13h03 - Atualizado em 05/09/2013 13h19

Felipe Néri Do G1, em Brasília


Fonte:

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Categoria exige regulamentação dos “telecarros”Taxistas protestam em União

CONCESSÃO.

União dos Palmares – Um grupo de taxistas que atua no município de União dos Palmares como “telecarro” fez um protesto, ontem pela manhã, em frente à casa do prefeito Beto Baía. Eles cobram agilidade na regulamentação da atividade, pois trabalham clandestinamente há cerca de vinte anos.

"São mais de 93 companheiros que utilizam nos seus veículos  placas cinza e querem agora mudar para placa vermelha, o que vai permitir que eles possam trabalhar, também, fora de União dos Palmares, levando passageiros. Mas a diretoria do Transporte Complementar fica influenciando o comando da SMTT [Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito] para não liberar a concessão”, acusou o presidente da Associação do Telecarro de União dos Palmares (Astup), Dorgival Soares Oliveira.

Durante a manifestação dos telecarros, o prefeito de União afirmou que deve se reunir, nesta manhã, com o procurador-geral do município, Mário Jorge Uchôa, para que ele possa orientá-lo juridicamente sobre o pleito da categoria.

Edição de 05 de setembro de 2013 

Por: IVAN NUNES – REPÓRTER

Fonte:
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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Aposentadoria Especial aos 25 anos de serviço para taxistas, 02/09/2013

TEXTO A FAVOR DA HEREDITARIEDADE APROVADO NA COMISSÃO DA MP 615 NA TARDE DESTA TERÇA






SENADOR GIM ( CENTRO DA FOTO)

Aprovado na comissão da MP 615 o texto que garante a transferência da autorização em caso de morte do taxista.

Ainda terá que passar nas duas casas do Congresso e depois irá a sansão presidencial.

Acredito que dessa vez não haverá veto, pois a redação foi embasada num parecer juridico e acordada com o Advogado Geral da União, responsável pelo documento que diz a Presidenta o que deve ou não ser aprovado. Foi feito um trabalho de se perguntar se caso o texto seja aprovado no congresso ( Câmara e senado) se a presidencia poderia aprova-lo também, e a resposta foi positiva.

Além do senador Gim Argello, os deputados Edson Santos - RJ e Osmar Serraglio- PR, conversaram com a AGU - Advocacia Geral da União.



DEPUTADO FEDERAL EDSON SANTOS

"Não se pode querer licitar os táxis como fazem com empresas de ônibus ..."

                                  Disse: Deputado Edson Santos em discurso na comissão da MP 615

O deputado Carioca, Edson Santos, discursou em favor dos taxistas na comissão mista que analisava o relatório da medida provisória.

Para que se entenda, incluir um artigo no relatório de uma medida provisória pelo relator, é a última chance de se colocar uma "emenda" no texto do projeto de lei, tendo em vista que os prazos para isto estão extrapolados.

Vale destacar a atuação do deputado que se comprometeu com o Severino Lima, presidente do CRT- RJ que iria conversar com o Advogado da União e fez.

Hoje pela manhã, encontrei o deputado no aeroporto e falei sobre a reunião e ele compareceu.

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TAXISTA MÁRCIO PÓVOA DE GOIÁS E CÍCERO DO SINDICATO DE FORTALEZA 

Quero tranquiliza los, estou muito bem acompanhado dos companheiros Edmilson Sarlo (Americano), Dr. Edson de Curitiba, Márcio Póvoa de Goiás ( e mais um grupo que veio com ele), Edivaldo do Espirito Santo, Alexandre, Cícero de Fortaleza e Mariazinha de Brasília. Sem contar com o apoio de vários parlamentares, como o senador GIM que colocou sua assessora para nos apoiar.


03/09/2013


Fonte:

Taxinforme