terça-feira, 20 de agosto de 2013

No gabinete do presidente do Senado Federal, Senador Renan Calheiros


Com representantes dos Taxistas do Brasil.
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Renan diz a taxistas que acordo para garantir hereditariedade está próximo


Renan recebeu representantes dos taxistas em audiência no Senado

O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse nesta terça-feira (20), durante reunião com uma comitiva de taxistas, que há acordo para garantir a hereditariedade das permissões para a categoria. O dispositivo da Lei 12.844/2013, que previa a transmissão de pai para filho da autorização, foi vetado pela presidente Dilma Rousseff, mas deverá ser incluído por meio de emendas à Medida Provisória (MP) 615/2013.




O veto da transmissão hereditária da licença dos taxistas na MP 610 não será incluído na pauta do Congresso até o dia 17 de setembro. Até essa data a MP 615 será aprovada pelo Senado e sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Dessa forma a reivindicação dos taxistas será atendida, garantiu o presidente do Senado, Renan Calheiros, no encontro com os taxistas em seu gabinete.


A MP foi editada originalmente para autorizar o pagamento de subvenção econômica aos produtores da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar e de etanol da região Nordeste. O relator, senador senador Gim (PTB-DF), avalia que seu parecer deverá ser concluído na próxima semana.

- É muito melhor um acordo do que ajuizar o tema e ficar sem solução. Eu acredito que semana que vem estará resolvido o problema – disse o parlamentar. Ele tem conversado com o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, para garantir a constitucionalidade do texto.

O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que acompanhou os taxistas, lembrou que a hereditariedade das permissões foi longamente debatida pelos parlamentares. Segundo ele, a troca do termo permissão por autorização pode viabilizar a legalidade da proposta. De acordo com o senador, tanto o Ministério Público como os tribunais de conta têm apontado a necessidade de processo licitatório para a permissão, enquanto esse procedimento não seria necessário para as autorizações.

- Então essa é a mudança–chave do projeto. Sem isso, você não consegue materializar o objetivo final, que é que eles possam ter o serviço de táxi também como um negócio, e esse negócio pode ajudar a família do taxista e ajuda a população inteira - explicou o senador.

O diretor da Associação Brasileira das Associações e Cooperativas de Motoristas de Táxi (Abracomtaxi), Edmilson Americano, disse estar confiante quanto a um acordo.

- O presidente do Senado se colocou à nossa disposição e vai tentar o acordo - afirmou.

18h39, 20 de Agosto de 2013

Fotos: Agência Senado


Fonte: Agência Senado
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Empresas e taxistas querem acabar com descontos na corrida

Taxista alegam que desconto acaba prejudicando a renda no final do mês (Crédito: Reprodução)

A Associação dos Taxistas de Maceió quer reduzir pela metade o valor do desconto dado no serviço de táxi na cidade, que atualmente é de 20% do preço total, dado na corrida a partir de R$ 9,65. A reivindicação causou um impasse entre algumas empresas de rádiotaxi e cooperativas, que querem a extinção total do abatimento.

O presidente da Associação, Alexandre Santos, alega que a política de desconto gera um grande prejuízo para o taxista, que acaba não lucrando "nada" com as corridas. "Nós queremos reduzir esse desconto para dar mais condições de trabalho ao taxista e acabar com a exploração".

Em reunião com as empresas de rádiotáxi na última semana, a associação propôs reduzir o desconto para 10% e só conceder o benefício nas corridas acima de R$ 15,05. "Se as empresas não aceitarem, nós faremos uma assembléia para ouvir uma contraproposta ou ratificar a nossa", adiantou Alexandre Santos.

Para algumas empresas, essa medida é uma tentativa de formação de cartel, já que propõe o mesmo valor para todos. O empresário Eduardo Felisdoro, dono da Unitáxi, afirmou que a proposta pode reduzir em até 50% o número de corridas. "Nenhum taxista é obrigado a trabalhar em empresas. Se escolherem trabalhar com a gente, é porque sabem que têm a segurança de uma renda média mensal e de um bom número de chamadas. Se tirarmos o desconto, não vamos conseguir manter esse padrão", afirmou.

Por outro lado, algumas cooperativas defendem que os descontos não deveriam ser apenas reduzidos, mas extintos. “Essa prática não é prejudicial só para as empresas, é prejudicial principalmente para o taxista”, defende José Adail de Oliveira, que é membro do Conselho Fiscal da Teletaxi.

Ainda segundo José Adail, a empresa está apenas esperando uma resolução da associação para poder implantar as mudanças. A Teletaxi, assim como outras, também trabalha com o serviço de rádiotáxi, que, de acordo com o Alexandre Santos, tem um custo semanal de cerca de R$ 100 para os taxistas.

Já a Unitáxi decidiu só conceder o desconto de 20% nas corridas que custarem a partir de R$ 12,65. “Mas vamos continuar dando desconto”, ressalta o proprietário. As demais empresas permanecem dando o abatimento nas corridas a partir de R$ 9,65.

Profissionais reclamam de prejuízo

O taxista Aldo Roberto concorda que o desconto sai do bolso do próprio trabalhador e acaba fazendo uma grande diferença no fim do mês. "Fica difícil, porque as corridas já estão poucas. Quando tira o desconto, não sobra nada", disse.

Alexandre Santos acrescenta que o desconto em nada beneficia o profissional de táxi, servindo apenas para que as empresas que operam no sistema de rádiotáxi possam abrir concorrência. “Essa política dá ao taxista um prejuízo mensal que gira em torno de R$ 600 a R$ 1 mil”, reforça.

"Cada uma [empresa] querendo aumentar os seus descontos para atrair mais clientes, com prejuízo para o profissional", criticou po presidente da associação. “Estamos trabalhando dessa maneira há 15 anos e lutamos para reduzir o desconto, que já foi de 50%”.

16:18 - 13/08/2013

Da Redação


Fonte:
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Dilma permitirá que parentes de taxistas herdem a exploração do serviço

BRASÍLIA, DF, 8 de agosto (Folhapress) - Para evitar desgastes à presidente Dilma Rousseff em ano pré-eleitoral, o Palácio do Planalto recuou e admite incluir em medida provisória que tramita no Congresso a permissão para que parentes de taxistas herdem a exploração do serviço de táxi em casos de morte. Dilma havia vetado essa possibilidade, aprovada em julho pelo Congresso.

Os aliados da presidente temem desgastes em sua imagem junto aos taxistas, categoria que soma mais de 30 mil profissionais só em São Paulo e tem forte apelo junto à população.

Em contrapartida à inclusão da "hereditariedade da licença" na medida provisória, os aliados de Dilma prometem não derrubar o veto. A derrubada era considerada certa no Congresso, com o apoio inclusive de partidos governistas, depois que a presidente barrou a possibilidade de transmissão da concessão para os familiares do taxista morto.

"Somos da base de apoio da presidente, não nos interessa colocá-la contra a categoria dos taxistas", disse o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), relator da proposta.

Eunício se reuniu hoje com a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) para discutir a questão dos taxistas. O peemedebista disse ter conseguido o compromisso da AGU (Advocacia Geral da União) de não ingressar com ação no Supremo Tribunal Federal contra a transmissão hereditária da concessão.

Ficou acertado que haverá ajustes no texto a ser incluído na MP para evitar a possibilidade de empresas herdarem a concessão de taxistas com a sua morte. "Ficou uma brecha no texto que poderia abrir a possibilidade dessa interpretação. Vamos fazer um ajuste na redação do que será incluído na medida provisória. O nosso objetivo é proteger o taxista individual", afirmou Eunício.

Pelo texto aprovado no Congresso, familiares do taxista morto passam a ter direito à exploração do serviço de táxi, o que inclui autorização para a sua comercialização.

Duplo veto

Dilma já havia vetado, em outra ocasião, a chamada "licença hereditariedade" dos taxistas em projeto aprovado pelo Congresso em 2011. Pressionados pela categoria, os parlamentares aprovaram novamente a transmissão da licença em julho deste ano, numa medida provisória mais uma vez vetada pela presidente.

Pela proposta, em caso de morte do permissionário, a autorização poderá ser repassada para cônjuge, filhos ou irmãos. Além disso, os taxistas têm autonomia para outorgar a exploração do táxi a qualquer interessado que "satisfaça requisitos estabelecidos em lei relativos à segurança, higiene e conforto dos veículos e habilitação dos condutores".

A proposta também estabelece que a exploração de serviços de táxi depende de autorização do poder local, e os requisitos serão estabelecidos em lei. Também cabe ao poder público, segundo o texto, manter os registros dos títulos de autorização e dos veículos ao serviço de táxi.

Após a transferência da exploração do serviço de táxi, a autorização só poderá ser exercida por outro condutor titular que preencha requisitos exigidos em lei. O texto determina ainda que a permissão não poderá ser transferida sem anuência prévia do poder autorizante.

A regulamentação da profissão aprovada em 2011 determinou que os taxistas precisam fazer cursos de primeiros socorros, relações humanas, direção defensiva, mecânica e elétrica básica de veículos. Os profissionais também necessitam de inscrição na Previdência Social.

Publicado em 08 de Agosto de 2013, ás 19h12min

Por Gabriela Guerreiro

TNOnline

FolhaPress

Fonte:
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Governo recebe taxistas e suspende fiscalização do transporte intermunicipal por 15 dias




Taxistas foram recebidos pelo governador no final da tarde (Crédito: Agência Alagoas)

Após fazer carreata em protesto pelas ruas de Maceió, uma comitiva de taxistas foi recebida pelo governo do estado para uma reunião no final da tarde desta quarta-feira (7) no Palácio Repúbilca dos Palmares. Diante das reivindicações da categoria, que alega ser abusiva a vistoria realizada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagaos (Arsal), o governador Teotonio Vilela decidiu suspender por 15 dias a fiscalização do transporte intermunicipal feito por táxis.

“A fiscalização será suspensa por 15 dias, que é o prazo máximo para realizarmos uma nova reunião. Nesse prazo, veremos o caminho em conjunto e também com uma decisão mais ampla, que dê mais condições de trabalho aos taxistas”, observou o governador em reunião que contou também com a presença do secretário-chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado.

Vilela disse que vai estudar a possibilidade de a categoria prestar esse serviço sem prejudicar os transportes complementares. “Peço a compreensão e a parceria de vocês. Quero que me tenham como um parceiro, pois vou me dedicar e estudar essa questão”, ressaltou Vilela, ao mencionar que vai averiguar como outros estados têm tratado esse assunto.

O chefe do Executivo estadual se comprometeu, ainda, em ajudar os taxistas a se tornarem microempreendedores, o que, segundo Vilela, traria benefícios para os profissionais. Para tanto, o governador disse que vai buscar linhas de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Agência de Fomento – Desenvolve.

Taxistas - “O que a gente queria era justamente abrir essa negociação. Mas é importante ressaltar que as fiscalizações com relação à documentação não foram suspensas. Isso é só em relação ao transporte de passageiros”, disse o presidente do Sindicato dos Taxistas de Alagoas, Ubiracy Correia. “Daqui a 15 dias teremos outra reunião”, complementou.

19:02 - 07/08/2013

Da Redação, com assessoria

Fonte:

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PORTARIA 0395/13 da SMTT de Maceió cassa e extingue permissões de taxi

PORTARIA Nº 0395 DE 05 DE AGOSTO DE 2013

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRANSITO – SMTT, no uso de suas atribuições que lhe confere o decreto nº 6.047, de 02 de janeiro de 2001, e

CONSIDERANDO;

O disposto no art. 96, III do Decreto 5.669/97 qual fixa prazo limite para requerimento de renovação das permissões de táxi urbano sob pena de extinção, de ate (60) sessenta dias após vencida a sua validade;

Que esta administração esgotou as vias administrativas razoáveis para solução da irregularidade acima destacada, na qual concedeu novos prazos aos permissionários em atraso com suas permissões, mediante portarias nº 158/2013 e 201/2013, ambas desta SMTT;

A inobservância das portarias mencionadas por um grupo de permissionários, permanecendo com prazo de renovação expirado por mais de sessenta dias;

Que este órgão esta submetido aos princípios da legalidade;

RESOLVE:

Art. 1º. Criar a Comissão para julgamentos de defesas ou recursos apresentados por permissionários que estão em processo de imposição da penalidade de extinção e cassação de permissões no âmbito da superintendência municipal de transporte e transito de Maceió.

Art. 2º. A comissão tratada no artigo anterior será composta por três membros, nomeando-se para a sua integração os seguintes servidores:

I – LENIRA CALDAS LESSA, matricula 939969-0, servidor publico do quadro permanente da SMTT, como presidente da comissão;

II – MARIA DE LOURDES PEIXOTO MAIA, matricula 10370-5, servidor publico do quadro permanente da SMTT

III – ANTONIO JORGE VIEIRA AGUIAR, matricula 10388-8, servidor publico do quadro permanente da SMTT.

Art. 3º. Tornar publico e cientificar a todos interessados sobre a cassação e extinção das permissões indicadas no anexo único desta portaria, com base no art. 96, III, do Decreto 5.669/97, visto a inexistência de renovação por um período superior a sessenta dias após os seus vencimentos, bem como da não observância dos prazos prorrogados pelas portarias 158/2013 e 201/2013 desta autarquia.


Art. 4º. Conceder aos permissionários tratados no artigo anterior o prazo de 15 (quinze) dias, contados da publicação desta portaria, para apresentação de recurso, qual Serpa julgado por comissão de três membros, nos termos dos arts. 197 e diante do Decreto 5.669/97.

Art. 5º. Esta portaria entra em vigor na data da sua publicação.

Publique-se e cumpra-se.

Maceió, 05 de agosto de 2013.

JOSE FERREIRA DA SILVA

Superintendente Substituto da SMTT




ANEXO ÚNICO DA PORTARIA __05 DE AGOSTO DE 2013.

Permissões cassadas e extintas com base no art. 96, III do Decreto 5.669/97:



A-2604                        A-0658                        A-1734
A-2622                        A-0684                        A-1808
A-2644                        A-0697                        A-1849
A-2667                        A-0780                        A-1862
A-2729                        A-0714                        A-1900
A-2738                        A-0763                        A-1917
A-2744                        A-0809                        A-1987
A-2759                        A-0825                        A-1991
A-2763                        A-0826                        A-1997
A-2779                        A-0857                        A-2016
A-2789                        A-0868                        A-2074
A-2794                        A-0878                        A-2083
A-2825                        A-0897                        A-2090
A-2826                        A-0924                        A-2127
A-2831                        A-0949                        A-2132
A-2837                        A-0994                        A-2132
A-2837                        A-0994                        A-2146
A-2843                        A-1008                        A-2182
A-2885                        A-1015                        A-2193
A-2938                        A-1068                        A-2221
A-3064                        A-1076                        A-2230
A-3069                        A-1080                        A-2230
A-3083                        A-1139                        A-2238
A-3098                        A-1216                        A-2248
A-3169                        A-1311                        A-2251
A-3181                        A-1324                        A-2298
A-3182                        A-1341                        A-2300
A-3187                        A-1360                        A-2338
A-0008                        A-1374                        A-2339
A-0102                        A-1389                        A-2370
A-0227                        A-1390                        A-2377
A-0235                        A-1420                        A-2402
A-0245                        A-1469                        A-2413
A-0299                        A-1504                        A-2441
A-0357                        A-1533                        A-2450
A-0374                        A-1558                        A-2454
A-0458                        A-1563                        A-2462
A-0460                        A-1607                        A-2505
A-0486                        A-1610                        A-2524
A-0559                        A-1661                        A-2531
A-0674                        A-1668                        A-2555
A-0697                        A-1684                        A-2579
A-0621                        A-1687
A-0624                        A-1709


Publique-se e cumpra-se

Maceió, 05 de agosto de 2013.

JOSE FERREIRA DA SILVA

Superintendente Substituto da SMTT




Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Município de Maceió do dia 06 de agosto de 2013
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Taxistas fazem carreata em protesto contra fiscalização da Arsal


Taxistas que fazem o transporte intermunicipal de passageiros realizaram uma carreata de cerca de 4km na manhã desta quarta-feira (7), até o Palácio República dos Palmares, no Centro. Os motoristas se concentraram na avenida Durval de Góes Monteiro, em frente a um supermercado atacadista, no Tabuleiro do Martins. O presidente do Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sinditáxi), Ubiracy Correia, explica que o protesto é contra as apreensões irregulares realizadas pela Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Alagoas (Arsal).

“Nós fazemos uma manifestação pacífica só sairemos do Palácio depois que falarmos com o governador Teotonio Vilela para discutirmos as nossas reivindicações. A categoria está sendo perseguida pela Arsal, que está impedindo de exercermos o nosso trabalho”, disse Bira. Cerca de 1.500 taxistas devem participar da carreata, identificados com a bandeira de Alagoas.

De acordo com o presidente do Sinditáxi, não existe nenhuma regulamentação que proíba o fretamento dos táxis para fazer o transporte de passageiros intermunicipais. “Nós somos taxistas legalizados e nossos veículos são fretados para prestar um serviço de transportes de passageiros da capital para o interior”, declarou. Ubiracy afirma que o governo já suspendeu por duas vezes as fiscalizações da Arsal; porém, a agência retoma as apreensões.

“Somos regidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Temos o direito de ir e vir. Não estamos fazendo lotação nem transporte clandestino. Agimos de forma legal e queremos ser tratados com respeito”, ressaltou o presidente da categoria.
Arsal nega apreensões irregulares

A reportagem da Gazetaweb entrou em contato com a assessoria da Arsal, que assegurou que as ações da agência estão dentro da lei. "Os taxistas são autorizados para rodar apenas dentro dos seus respectivos municípios", disse Adson Couto. Para o transporte intermunicipal, o serviço deve ser realizado pelos veículos licitados.

Segundo a Arsal, o fretamento para viagens é permitido, contudo, os taxistas devem anotar os nomes dos passageiros e, caso seja um transporte somente de ida, o motorista deve retornar sozinho. "Na volta, eles devem ter as mesmas pessoas e não pegar ninguém nos pontos. Isso caracteriza transporte ilegal", afirmou a assessoria. Os taxistas que não cumprem esta norma são punidos com multa e apreensão do veículo.

Trânsito caótico

A reportagem percorreu vários pontos onde os taxistas fizeram a carreata, gerando transtornos desde a Avenida Durval de Góes Monteiro até o Palácio República dos Palmares. Já no início da manhã, era perceptível a revolta de motoristas e pedestres que passam pela região, diariamente, seja pela principal avenida do Farol ou pela Via Expressa.

Apesar de o protesto ser pacífico, os motoristas “tomaram” toda a avenida. Já no final da manhã, o fluxo de veículos voltou ao normal na Fernandes Lima, mas a situação se agravou na Ladeira dos Martírios, ao lado do Palácio, onde a categoria pretende bloquear.

Em nota encaminhada à imprensa, a assessoria da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) informa que os agentes estão concentrados em todos os pontos do manifesto, para controlar o congestionamento que se formou ao longo do dia. Na última manifestação, cerca de mil taxistas se concentraram no entorno do Palácio República dos Palmares.


Quarta, Ago 07 2013

Escrito por  GAZETA WEB

Fonte:
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