quarta-feira, 28 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Saiba o que fazer contra a cobrança abusiva de táxis em Maceió
A cobrança de preços fixos em “corridas” de táxi, principalmente em
eventos nos finais de semana, é uma atitude irregular que alguns taxistas
tentam praticar, burlando a fiscalização da Superintendência Municipal de
Transportes e Trânsito (SMTT) para não utilizar o taxímetro. A prática está em
desacordo com a regulamentação da categoria e a população deve fazer a denúncia
quando isto acontecer.
De acordo com a SMTT, a cobrança deve ser feita apenas por meio de uma
tarifa já determinada. “A população deve entender que a cobrança só pode ser
calculada através do equipamento implantado no veículo, que é o taxímetro. Os
taxistas são obrigados a ligá-lo no início do trajeto e desligá-lo somente no
final da viagem. Outra forma de cobrança, a exemplo de preços fixos ou lotação,
é ilegal.”
O passageiro que se sentir lesado com a cobrança abusiva deverá
procurar a SMTT, no Tabuleiro do Martins. “A denúncia pode ser feita também por
meio do número 118. É importante informações como a placa do veículo, o número
identificado na plotagem do táxi e provas que possam comprovar a
irregularidade”, orienta o diretor operacional de Transportes e Táxis, Zenildo
Filho. “Comprovada a irregularidade, o taxista será advertido com notificação,
podendo ter a autorização cassada em caso de reincidência”, explica.
O diretor destaca que os taxistas são autorizados a fazer a chamada
bandeira 2. Este tipo de medida consiste no acréscimo da tarifa dos taxímetros
durante o período de segunda à sábado, das 22h às 6h, além de todo o domingo e
feriados. O aumento de 20% no valor da bandeira 1, é uma forma de compensar o
trabalho do taxista em horários diferenciados, o que torna a cobrança de preços
fixos uma prática ainda mais injusta.
Postado em 25/10/2015 às 15:43
Por Assessoria
Assessoria SMTT
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domingo, 25 de outubro de 2015
SMTT de Maceió e de Rio Largo esclarecem duvidas das associações de táxis do Aeroporto
As Superintendências Municipais de Transporte e Trânsito dos Municípios de Maceió e de Rio Largo estiveram reunidas nesta quarta feira (14) com representantes das Associações de táxi que atuam no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. O intuito foi o esclarecimento de duvidas quanto às exigências do exercício da profissão. Os taxistas procuraram o órgão fiscalizador após a SMTT de Maceió anunciar, na ultima sexta feira(09), que intensificou as operações para coibir irregularidades da categoria.
O
objetivo da SMTT de Maceió é impedir a pratica irregular que alguns taxistas
procedentes do Aeroporto, situado na cidade de Rio Largo, que cometem ao buscar
novos passageiros na capital. De acordo com lei municipal nº 6.466/2015, a
categoria deve realizar o deslocamento dos clientes de Rio Largo à Maceió,
sendo proibido retornarem ao Aeroporto de Rio Largo com o veículo ocupado, caso
não seja por meio de fretamento previamente acertado.
Ainda
segundo a Lei Municipal de Maceió, os motoristas que praticam a infração no
âmbito de Maceió estão sujeitos à multa de R$ 2.180,00, apreensão do veículo,
além dos custos para remoção e taxa de estadia na SMTT, no valor diário de R$
24,00. Em caso de reincidência, a quantia será progressivamente aumentada e o
permissionário poderá ter a permissão suspensa ou ate cassada. Os taxistas
podem ser notificados também por infrações do Código de Trânsito
Brasileiro(CTB).
“A SMTT de Maceió não trabalha para prejudicar
o pai de família, mas não somos omissos nas fiscalizações. Iremos intensificar
as operações e cobraremos todas as documentações. O motorista que estiver tudo
certo será liberado”, afirmou o diretor de operações de transporte e taxi da
SMTT de Maceió, Zenildo Filho. Os documentos exigidos são: ticket de
contratação do serviço, recibo comprovando o acordo da viagem foi firmado no
aeroporto com a devida quitação, documentações do veiculo e habilitação do
condutor.
Para
o presidente da Associação dos Motoristas de Táxi de Rio Largo, Marcio da
Silva, a reunião com a presença da SMTT de ambos os municípios foi produtiva
para o esclarecimento de duvidas quanto às determinações. “ A nossa próxima
medida é repassar aos demais associados tudo o que foi discutido aqui e
continuar o que sempre fazemos, que é a realização do exercício da profissão
dentro da legalidade”, garantiu. Ainda de acordo com ele, atualmente existem 62
taxistas que trabalham no aeroporto.
SMTT
de rio largo também intensifica a fiscalização.
A
medida também vale para os motoristas de Maceió que levam passageiros ao
Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, cabendo a SMTT de Rio Largo
fiscalizar se eles retornam a capital com passageiros. De acordo com o diretor
de Transportes da SMTT de Rio Largo, Jairo Januário, há cerca de 15 dias o
órgão fiscalizador intensificou as operações, no qual já resultou na diminuição
da pratica ilegal dentro do Aeroporto. “O nosso intuito é fortalecer o trabalho
legal da categoria na nossa cidade.”
Os
taxistas de Maceió que tiverem firmado uma corrida para buscar passageiros no
Aeroporto, município de Rio Largo devem parar o veículo somente no
estacionamento do Aeroporto para esperar os passageiros que teve a viagem
pré-acertada. É considerado ilegal a pratica de motoristas que circulam pelo
saguão do aeroporto para aliciar passageiros ou rondar o local com o veículo
por diversas vezes em busca de clientes para levar a lugares em Maceió.
15/10/2015
Fonte:
Ascom
SMTT de Maceió.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Crise econômica e aumento no preço dos combustíveis afetam serviço de táxi.
OCIOSIDADE.
À espera de passageiros
A ociosidade dos taxistas de Maceió, ou seja, tempo em que esses
profissionais ficam parados nos pontos de táxi ou circulando sem passageiros,
aumentou em 50% nos últimos três meses. O movimento aumenta um pouco, reduzindo
a ociosidade para 30%, nos primeiros 15 dias posteriores ao pagamento dos
salários, especialmente dos servidores públicos.
É com essa realidade que os taxistas estão convivendo na capital,
perseguidos pela crise econômica que provocou desemprego e redução de renda, e
pelo aumento no preço dos combustíveis. “O poder aquisitivo da população
diminuiu, e isso se reflete na nossa atividade”, afirma o presidente do
Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sintáxi), Ubiraci Correia, o Bira.
Contudo, o representante dos profissionais do transporte individual de
passageiros ressalta que, embora a situação esteja desfavorável, os taxistas
estão conseguindo enfrentar a crise graças ao fluxo de turistas na cidade, que
vem aumentando com a proximidade do verão.
Outra forma de enfrentar a redução dos ganhos provocada pela falta de
passageiros é o uso da bandeira 2, quando o valor da tarifa, hoje em R$ 4,25, é
acrescido de 20%.
A bandeira 2 é permitida pela Prefeitura de Maceió, poder concedente da
exploração do serviço de transporte, a partir das 18h do sábado, até as 6h da
manhã de segunda-feira, e nos feriados. O Sintáxi analisa a possibilidade de
solicitar ao município que essa cobrança se estenda para os demais dias, como
alternativa para reduzir os efeitos da crise.
A cobrança seria permitida até janeiro, quando, por lei, o valor da
tarifa do táxi será reajustada. “Nossa data-base é janeiro, quando é reajustado
o valor da bandeirada e do quilômetro rodado”, revela Bira.
Otimista em relação ao futuro, Bira cita a permissão para que taxistas
com passageiros possam trafegar pela Faixa Azul, criada pela Superintendência
Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT/Maceió) exclusivamente para os ônibus
do sistema público urbano. Agora, afirma ele, os profissionais querem trafegar
ali com ou sem passageiros.
Outra preocupação da categoria é quanto ao surgimento do Uber, um
aplicativo de celular que conecta uma pessoa a um motorista particular.
Funciona dos mesmo jeito que se faz com um aplicativo de táxi.
Para Bira, a chegada do aplicativo a Maceió vai se transformar em mais
um problema, já que os taxistas regulares já sofrem com a concorrência de
carros-pirata e mototaxistas.
Para operar um táxi, o motorista precisa de alvará e permissão da
prefeitura. Em Maceió, como na maioria das cidades, a prefeitura há anos não
concede permissão. Quem quer ser taxista tem de comprar ou alugar de alguém que
já seja permissionário.
Bira entende que o Uber é uma ameaça à profissão, e diz que, nas
grandes cidades, onde já existe, o aplicativo funciona sem controle do poder
público, num número ilimitado. ‡
18 de Outubro de 2015
Por: BLEINE OLIVEIRA – REPÓRTER
Fonte:
Jornal Gazeta de Alagoas
Taxista de Maceió oferece serviço 'padrão Uber' há mais de 20 anos
Motorista fardado oferece
atendimento diferenciado em carro de luxo.
Passageiros têm mimos como
carregador de celular, revistas e jornais.
Taxista Orlando oferece atendimento
vip aos clientes há 20 anos (Foto: Shade Andréa/G1)
“Desculpe lhe fazer mais esta
pergunta pessoal, mas que estilo de música o doutor gostaria de ouvir?”. É com
esta pergunta incomum que o taxista Orlando Clodoaldo inicia o serviço diferenciado
de transporte de passageiros na Grande Maceió. Logo após entrar no veículo, o
passageiro é convidado a escolher um estilo musical para seguir viagem.
O estilo se assemelha ao do serviço
oferecido pelo Uber, que ainda não chegou a Alagoas, mas tem causado polêmica
nos estados onde atua. Os taxistas tradicionais questionam a legalidade do
transporte alternativo, que é feito sempre em carros de luxo, com motoristas
vestindo terno completo e mimos para o passageiro, como água gelada e doces.
Táxi ainda conta com dispositivo
para carregar celular disponível aos passageiros no banco traseiro do veículo
(Foto: Shade Andréa/G1)
Mas, muito antes desta polêmica, há
20 anos, Clodoaldo decidiu aprimorar o serviço que oferecia.
Ele já estava na profissão há oito
anos, quando decidiu deixar de ser taxista para ser um “Personal Taxi Driver”,
como consta em seu cartão de visitas.
Sempre trajando roupa social,
Clodoaldo conduz diversos passageiros por Maceió e região. Seu táxi, um veículo
que custa em média R$ 78 mil, é limpo até 8 vezes por dia, além de perfumado.
Também tem à disposição revistas e jornais atualizados e um carregador de
celular.
A biblioteca musical é extensa, vai
de música instrumental ao forró, passando por MPB, jazz e até ópera.
“Eu entendi que sou um prestador de
serviços, então estou à disposição para servir da melhor forma. O cliente está
pagando um valor para ter o melhor atendimento possível”, afirma Clodoaldo.
A mudança começou com o carro, que
é sempre um modelo de luxo e 0 km. Antes de completar três anos de uso, ele se
desfaz do automóvel para comprar outro. O carro tem bancos de couro claro,
tapetes atoalhados e está sempre com o aparelho de ar condicionado ligado.
Sobre o valor pago pelo cliente, o
taxista não cobra nada a mais pelo serviço. O veículo, que pertence a categoria
turismo, tem o mesmo valor de corrida e bandeirada dos táxis comuns.
Segundo o presidente do Sindicato
dos Taxistas de Alagoas (Sinditáxi), Ubiraci Correia de Lima, o serviço que é
oferecido em Maceió não tem um padrão pré-estabelecido. "Os taxistas têm a
obrigação de manterem o taxímetro atualizado, a documentação do veículo e do
condutor em dia e devem ser cadastrados ao sindicato. Fora isso, o taxista pode
oferecer o que quiser".
Com a chegada de tantos aplicativos
para táxi, como o 99táxis, Easytáxi e Uber, o Clodoaldo diz não temer perder
clientes. “Eu acho até bom. Isso faz com que a gente se mantenha atualizado.
Tem muito colega por aí que realmente presta um serviço ruim, reconheço e peço
desculpa por eles”, relata.
Carro possui bancos em couro claro,
tapetes atoalhados, carregador de celular, revistas e extensa biblioteca
musical. (Foto: Shade Andréa / G1 Alagoas)
Sem apontar um nome específico, o
taxista revela que alguns colegas não gostam que ele use o blazer. “Eles
reclamam, por que o cliente gosta e começa a perguntar pelo motorista que
trabalha de blazer, então, para não perder clientela, eles vão ter que começar
a usar também’, comenta.
O gerente geral do hotel Radisson,
Fábio Kazuo, é um destes clientes assíduos e relata que o atendimento prestado
por Clodoaldo é tão exemplar que já virou estudo de caso em alguns dos
treinamentos oferecidos pela rede do Hotel.
“Trabalho no ramo de hotelaria há
mais de 15 e nunca vi ninguém manter um padrão de qualidade como Clodoaldo
mantém. Ele é uma pessoa especial, que se destaca naturalmente, tanto que entre
os 15 taxistas que atendem aos hóspedes do hotel, ele é o que tem uma agenda
apertada por conta da fidelização. Quando eu ou minha família precisamos de um
taxista, chamamos por ele”, diz Kazuo.
Orgulhoso, o taxista se emociona
com os elogios e diz que faz o possível para melhorar sempre. Comparado ao
padrão Uber, falta apenas oferecer água gelada. E quando soube que a diferença
era apenas essa, respondeu prontamente: “Não é que é uma boa idéia?”.
21/10/2015 07h12 - Atualizado em
21/10/2015 07h12
Do G1 AL
Fonte:
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domingo, 18 de outubro de 2015
Taxista é sequestrado e presencia assalto a posto de combustíveis
Crime ocorreu em Arapiraca na noite deste sábado; bandidos usaram táxi
para assaltar.
Um táxi foi usado para cometer um assalto a um posto de combustíveis,
na Rua Coronel Vicente Ramos, no bairro Olho D’Água das Cazuzinhas, em
Arapiraca, na noite deste sábado (17). Antes disso, os assaltantes ainda
sequestraram o taxista, que acabou presenciando toda a ação.
Segundo informou o taxista à Polícia Militar, ele foi abordado para uma
corrida na Rua Marcelino Magalhães, no Centro. Durante o trajeto, os
passageiros anunciaram um sequestro e obrigaram que o taxista dirigisse sob a
mira do revólver.
Durante o percurso realizado, o taxi parou no Posto de Combustíveis
Três Irmãos simulando um abastecimento, mas em seguida eles anunciaram o
assalto. O vigilante do posto contou aos policiais da Radiopatrulha que
atenderam a ocorrência que os ladrões conseguiram fugir levando uma quantia em
dinheiro.
Os assaltantes seguiram levando com eles o taxista como refém. Ele foi
liberado no Conjunto Brisa do Lago, onde acionou a polícia. Uma guarnição ainda
chegou a realizar rondas, mas não localizou nenhum suspeito.
Também durante a noite do sábado, outro posto de combustíveis,
localizado no bairro Baixão, foi alvo de assalto na cidade. O proprietário
informou à polícia que dois homens chegaram a pé ao posto armados com um
revólver e um facão e anunciaram o assalto.
Eles roubaram R$730 em espécie e três celulares. Eles conseguiram fugir
e não foram localizados pela policia.
Postado em 18/10/2015 às 09:43
Por Vanessa Siqueira
Fonte:
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Tarifa de táxi de Arapiraca fica mais cara a partir de segunda-feira (19)
INMEQ-AL vai realizar a mudança nos
taxímetros entre os dias 19 e 23.
Valor da bandeira 1 e também da bandeira 2
sofrerão variação de R$ 0,50.
Tarifa dos táxis de Arapiraca vai aumentar R$
0,50 (Foto: Ascom/SMTT)
A Portaria de nº 051/2015 do Instituto de
Metrologia e Qualidade de Alagoas (INMEQ-AL) vai realizar a mudança nos
taxímetros entre os dias 19 e 23 deste mês.
Com a medida, o valor da bandeira 1 e também
da bandeira 2 sofrerão uma variação média de R$ 0,50.
A Superintendência Municipal de Transportes e
Trânsito (SMTT) de Arapiraca explica que os taxistas precisam comparecer ao
órgão para receberem a autorização da aferição do veículo, no horário de
funcionamento do órgão.
“Este é um procedimento que todos os taxistas
cadastrados já conhecem para que eles possam se dirigir ao INMEQ e dar prosseguimento
a alteração do taxímetro”, afirmou Ricardo Teófilo, titular da SMTT.
Os serviços serão realizados por oficinas
cadastradas pelo INMEQ, mas antes o taxista precisa passar na agência do
instituto na Rua Ijaú Lúcio, no bairro Cacimbas, por trás da Escola Manoel
Lúcio. O horário de atendimento é de 7h30 às 17h.
Cada taxista pagará uma taxa de R$ 52 pelo
serviço, que será prestado de acordo com um calendário específico (veja
abaixo). “A mudança da tarifa segue o cronograma determinado pelo órgão
estadual, de acordo com o final da placa dos táxis e quem não comparecer nesse
período sofrerá as penalidades previstas na legislação em vigor”, alertou o
presidente da Associação dos Taxistas de Arapiraca (ATA), Osmair Martins da
Silva.
Segundo a SMTT, em Arapiraca existem 470
taxistas cadastrados e que trabalham no perímetro urbano do município. O
serviço de alteração do taxímetro é obrigatório para todos os profissionais
cadastrados no órgão municipal. O taxista que não comparecer até o prazo do dia
23 deste mês deverá apresentar justificativa por escrito ao órgão estadual.
Para mudar o taxímetro, os taxistas precisam
ficar atento ao calendário abaixo:
19/10- placa com final 1 e 2
20/10- placa com final 3 e 4
21/10- placa com final 5 e 6
22/10- placa com final 7 e 8
23/10- placa com final 9 e 0
16/10/2015 12h35 - Atualizado em 16/10/2015
12h41
Fonte:
Do G1 AL
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