quarta-feira, 29 de maio de 2013

Táxis de Belo Horizonte (MG) ganham luzes coloridas e biometria

Quando a luz estiver verde, o táxi está livre. 

Se estiver vermelha, ocupado. 

A amarela diz o taxista está pegando um chamado pelo telefone.

A tecnologia chegou para resolver um antigo problema de Belo Horizonte: a falta de táxi.

A luz colorida ainda é uma novidade para muitos passageiros. Quando estiver verde, o táxi está livre. Se estiver vermelha, ocupado. A azul significa bandeira dois. A amarela significa que o taxista está sem passageiro, mas pegando um chamado pelo telefone.

A novidade não para na luz. Os táxis funcionam por biometria. Primeiro o motorista se identifica com um botom que armazena informações do condutor. Em seguida, usa as digitais para liberar o taxímetro, e só assim o aparelho começa a rodar. Toda movimentação é controlada pela empresa responsável pelo trânsito da cidade.

Com o sistema - que é uma novidade no país - a prefeitura de Belo Horizonte pretende monitorar o serviço. Fazer com que cada carro circule 12 horas por dia, de segunda a sábado, e um domingo por mês, uma estratégia para tentar amenizar a falta de táxi na cidade.

Mas agora o carro que circular menos que o tempo exigido ou ficar parado em casa vai ser identificado na central, e o permissionário paga multa de R$ 216 cada vez que desrespeitar a regra.

O sindicato dos taxistas de Belo Horizonte critica. É que como o sistema é novo, não estaria funcionando muito bem ainda: “Não é sempre que ela reconhece a digital do condutor, a gente espera que melhore, porque estamos tendo sim de vez em quando alguns problemas”, diz o taxista Adelmo Souza Santos.


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BOM DIA BRASIL - Edição do dia 29/05/2013


29/05/2013 08h05 - Atualizado em 29/05/2013 08h05


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