sábado, 30 de agosto de 2014

No dia do taxista: campanha reforça uso do cinto por passageiros


Taxistas são homenageados com várias ações no estacionamento de Jaraguá

Com a possibilidade do taxista ter que pagar multa, caso o passageiro do banco de trás esteja sem cinto, os profissionais ressaltam a importância da fiscalização na manhã desta quinta-feira (28), Dia do Taxista.

Presentes na comemoração da data, realizada no estacionamento de Jaraguá pela Associação dos Profissionais do Táxi de Maceió (Asprotam), os taxistas revelam a constante falta de educação daqueles que entram no veículo e não respeitam a Lei.

“Eu sempre alerto o passageiro sobre os riscos, mesmo que ele fique na frente ou atrás”, diz o taxista Anselmo Ferreira, que trabalha há mais de 26 anos no ofício. Para Anselmo, a fiscalização é necessária e tranquiliza e podem evitar acidentes que por ventura possam acontecer.

“O problema é que as pessoas insistem, mas é importante. Eu mesmo faço a minha parte e só permito o passageiro com cinto”, diz.

Já para Manoel da Silva, que trabalha como taxista há nove anos, a atitude é importante. “É necessário ainda que o passageiro solicite o cinto, caso o veículo não tenha na parte de trás”, lembra.

A fiscalização do uso está sendo encabeçado pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Maceió (SMTT). O órgão, desde o dia 12 deste mês apertou o cerco e busca conscientizar a população sobre a importância do uso que é preventivo e que pode salvar vidas.

O equipamento minimiza a ocorrência de graves lesões no tórax e na cabeça, que podem ser acentuados pelo impacto do carro.

Durante o evento, ações educativas sobre a segurança do passageiro e do motorista também estão sendo tratadas. As orientações vão desde do uso da direção defensiva por parte do motorista até a atitude gentil de ceder a vez no trânsito.

“Esse evento é importante porque leva em consideração o lado social do taxista. Disponibilizamos brincadeiras e brindes para todos, além de envolver a família com cidadania, respeito e valorização”, diz Everaldo Júnior, presidente da Asprotam.


Milton Rodrigues

Alagoas24horas