terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Atraves de Portaria Prefeitura de Maceió define novo valor da tarifa de táxi

PORTARIA Nº. 015 MACEIÓ/AL, 01 DE FEVEREIRO DE 2016.

O SUPERINTENDENTE MUNICIPAL DE TRANSPORTES E TRÂNSITO no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo Decreto nº. 6047 de 02 de Janeiro de 2001, considerando o que definiu o Conselho Municipal de Transportes Coletivos, nomeado através da Portaria nº. 1566 de 01 de Abril de 2013, do Excelentíssimo Senhor Prefeito do Município de Maceió, publicada em 04 de Abril de 2013,

RESOLVE:

Art. 1º - Fixar os valores abaixo relacionados para cobrança dos serviços prestados pelos Veículos de Aluguel à Taxímetro – Táxi no Município de Maceió em:

Bandeirada: R$ 4,79 (Quatro reais e setenta e nove centavos)

Km Percorrido na Bandeira 1: R$ 2,63 (Dois reais e sessenta e três centavos)

Km Percorrido na Bandeira 2: R$ 3,15 (três reais e quinze centavos)

Hora Parada: R$ 15,82 (quinze reais e oitenta e dois centavos)

Art. 2º - Esta Portaria entrará em vigor a partir da data de sua publicação, ficando autorizada a cobrança das novas tarifas somente após a aferição dos Taxímetros dos Veículos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial – INMETRO.

Dê ciência e cumpra-se.

TÁCIO MELO DA SILVEIRA

Superintendente/SMTT

Maceió, Terça-feira, 02 de Fevereiro de 2016.

PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIO

DIARIO OFICIAL

Fonte:
.


Prefeitura de Maceió define novo valor da tarifa de táxi

Aumento da bandeira passará de R$ 4,33 para R$ 4,79.

Novo valor será cobrado após Inmetro aferir taxímetros dos veículos.

A tarifa de táxi vai ficar mais cara em Maceió. O aumento na bandeira de R$ 4,33 para R$ 4,79 foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM), desta terça-feira (2), pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).

De acordo com a SMTT, outros valores também serão alterados, como o valor do Km percorrido na bandeira um, que passará para R$ 2,63 e o valor na bandeira dois passa a ser de R$ 3,15. Quanto ao custo de uma hora com o táxi parado o preço será reajustado para R$ 15,82.

Segundo a publicação, a autorização da cobrança das novas tarifas terá início após uma aferição nos taxímetros dos veículos pelo Instituto Nacional de Meteorologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro).

A secretaria afirmou que o valor foi proposto pelo Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sintaxi-AL), e que foi aceito por unanimidade pelo Conselho Municipal de Transportes Coletivos.

A SMTT disse que a justificativa dada pelo Sintaxi para o aumento da tarifa foi o crescimento no valor dos combustíveis, óleos lubrificantes e serviço de manutenção, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

02/02/2016 10h43 - Atualizado em 02/02/2016 10h43

Do G1 AL

Fonte:
.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Aplicativos, o início da escravidão do taxista.

Os serviços de táxi sempre foram atividade profissional, um oficio através do qual pessoas físicas levavam sustento as suas famílias. Salvo raras exceções, não existiam empresas se apropriando da força de trabalho destes profissionais.

O mercado de taxi, só na cidade do Rio de Janeiro, movimenta aproximadamente 6 bilhões de reais por ano e toda esta riqueza ficava com os próprios taxistas. Um mercado onde a democracia econômica era próxima da perfeição.

Barreiras legais impediam o ingresso de grandes corporações neste mercado. Mas, a tecnologia possibilitou uma alteração neste quadro. Com a ampliação do uso da internet móvel e popularização dos smartphones, novos meios de contratação de serviços começaram a surgir, inclusive no mercado de táxi.

Por muito tempo, em uma época onde as comunicações eram precárias e os meios de pagamento escassos, as cooperativas foram a inovação neste seguimento, elas aproximavam taxista e seus clientes através de sistemas de radiofrequência e possibilitavam o faturamento do conjunto de corridas realizadas.

Com o avanço das comunicações e a diversificação dos meios de pagamento a operação das cooperativas começaram a se tornar obsoletas e precisaram inovar mais uma vez.

Passaram a adotar pagamento por cartão de crédito e investiram pesadamente em sistema de despacho de corridas mais ágeis e modernos com o uso de GPS, se preparando para migrarem para os vouchers eletrônicos.

Muitas chegaram a investir mais de 1 milhão de reais para modernização, entretanto, mesmo antes da implantação por completo destas tecnologias, uma nova onda de inovação surgiu no mercado e desta vez, não pelas mãos das cooperativas e taxistas, mas, de empresários que pretendiam ingressar no setor.

Com o surgimento dos aplicativos, mesmo antes de recuperarem os investimentos realizados, uma vez que esta última onda tecnológica surgiu menos de 2 anos após a implantação dos sistemas de GPS nas centrais de chamada, as cooperativas se tornaram mais uma vez obsoletas e desta vez ganham um concorrente mais ágil, moderno e barato, tanto para o taxista quanto para os clientes dos serviços de táxi.

Para ganhar mercado, estas empresas necessitavam de carros e para isto passaram fornecer seus serviços sem custo para os taxistas ou com custos baixos, bem mais baixos que os das cooperativas. Na medida em que se popularizavam, mais e mais empresas ingressavam no mercado, despertando a atenção de grandes investidores.

Temos estudado este fenômeno desde de seu início e já a mais de dois anos temos alertado as cooperativas de táxi para esta situação, recomendado a criação de um aplicativo único e nacional como uma medida urgente e essencial para modernização da operação, melhor atendimento as demandas de clientes e taxistas, redução de custos e sua sobrevivência no mercado.

Entretanto, as lideranças não se sensibilizaram ou criaram aplicativos próprios com a falsa impressão de que bastava o meio eletrônico de contratação do serviço para se manter no mercado. Mas, isto era só mais um meio de “queimar” corridas e queimar a cooperativa comercialmente.

Os aplicativos estão cada vez mais modernos e ganhando mercado, inicialmente atuavam só no varejo e agora buscam todos os seguimentos, incluindo licitações públicas, portos e aeroportos (no Galeão já tem aplicativo).

Os taxistas, iludidos com uma vantagem imediata tem visto as cooperativas como um mal, um custo absurdo e desnecessário e migrado para os aplicativos que cobram pouco ou nem cobram, gerando as mesmas quantidades de corridas. Muitas cooperativas já começam a sentir o impacto da concorrência desleal.

O fato é que ninguém investe dinheiro para ofertar serviços gratuitos, nenhum Banco investiria nos aplicativos para não ter um lucro grande.

Hoje podem até cobrar barato, mas, em breve, os taxistas iludidos por uma suposta redução de custos operacionais, deixarão de exercer livremente sua profissão para se tornarem empregados destas empesas.

Não existe almoço grátis, está é uma máxima comum entre os taxistas, mas, parece que se esqueceram disso.

É comum nos mercados capitalistas a fusão ou a compra de concorrentes e logo que o mercado de aplicativos se consolidar, o que não está longe, uma empesa comprará a outra, sobrando, no máximo, 03 ou 04 grandes operadoras.

Logo estas operadoras dominarão o mercado de varejo e atacado nos serviços de táxi, bem como as principais corridas e não existindo cooperativas fortes o taxista não terá outra opção que não seja trabalhar para eles.

Mesmo aquele que sempre trabalhou no “rolé” terá dificuldades, pois, as empresas criarão atrativos como serviços de bônus, pagamentos por cartão, descontos, acesso a serviços e conteúdos on-line.

Logo a maior parte da população terá acesso a internet móvel e não desejará pegar um táxi no “rolé” por que perderá vantagens.

Uma vez consolidado o controle de mercado, é difícil mudar o fluxo. Exemplo simples que podemos dar pode ser visto em nossas casas. Cada vez mais pessoas tem TV por assinatura, mais de trezentos canais, mas, o canal mais assistido certamente é a Rede Globo, certo?

Quando isto se consolidar, em mais dois anos talvez, as operadoras de aplicativos que receberam investimentos milionários e rodaram no prejuízo para formar sua frota, enquanto conquistavam o mercado de clientes dos serviços de táxi, passaram a cobrar percentual das corridas.

Algumas já fazem esse tipo de cobrança e exigem que mesmo corridas pagas em dinheiro sejam registradas no sistema. Entretanto, o taxista ainda acha barato, pois, as cobranças ficam na casa dos 3%.

Mas, muitas destas empresas investidoras, muitos destes bancos que aportaram capital nestas operadoras de aplicativos, fora clientes das cooperativas. Muitas recebiam descontos na casa dos 20%. Então sabem que o taxista suporta pagar pelo serviço de intermediação de corridas o percentual de 20%.

Eles também fizeram uma conta simples, verificaram que além dos 20% os taxistas pagavam em torno de 15% com rateio de despesas para as cooperativas e esse é o target, esse é o objetivo destas empresas.

Dominar o mercado até que possam estabelecer os preços dos seus serviços na faixa de 35%, uma vez que o mercado já suportava estes custos. As empresas não são o mal, mas, isso é negócio e quem investe quer retorno máximo.

Assim, ingressaram em um mercado de 6 bilhões/ano, que lhes era restrito, sem ter de investir em carro, contratar empregados ou mesmo assumir o risco da operação e ainda ficam com 35%.

Mas certamente, não vai parar por ai, pois, logo se exigirá preferência na contratação de seguros e financiamento junto ao Banco investidor, logo exigirão a inserção de publicidade nos veículos (isso já está acontecendo) e retirarão do taxista o poder de ganhar dinheiro com outros negócios associados ao táxi.

Mas a categoria não está vendo isso ainda, e certamente não acreditará nesta possibilidade até que ocorra, mas, quando ocorrer será tarde.

As cooperativas precisam mudar sua gestão, profissionalizar sua atuação e ofertar os mesmos benefícios que os aplicativos, mas, para isso terão de fazer um aplicativo único e nacional, do contrário não poderão enfrentar a crise que se aproxima.

O taxista tem que se conscientizar de que caminha para uma escravidão e ainda que as cooperativas, atualmente precisem melhorar muito, pertencem a eles, eles têm o poder de influenciar nas decisões e até assumir a direção do negócio.

É preciso que tomem consciência de que o fato destas empresas serem mais baratas que as cooperativas no momento, é uma estratégia de domínio de mercado, é um engodo.

Como alguém opera uma empresa que presta serviços gratuitos? Não podem fazer a comparação de custos entre cooperativa e aplicativos, pois, trata-se de uma concorrência desleal e passível de investigação pelo CADE.

Notem que não tratamos das novas ameaças ao mercado dos taxistas como os car services e os aplicativos de carona remunerada, que também estão presentes nos aplicativos de táxi. Trataremos disso com mais detalhes em artigo especifico.

Mas, o fato é que somente a modernização da gestão e serviços das cooperativas aliada a conscientização da categoria enquanto tal, poderá manter a liberdade de exercer a profissão sem ter que dar até 35% do resultado do trabalho a um capitalista, perdendo ainda o direito de explorar outros negócios que poderiam aumentar a renda de sua família.

O taxista precisa perceber que o imediatismo inconsequente terá consequências. A consequência será uma “escravidão” nunca antes experimentada por esta categoria profissional.

Abdul Nasser

Professor em Direito Tributário, Societário e Regulatório de cursos in company da FGV voltados para sociedades cooperativas.


Parabéns!! Abdul Nasser
.

Transporte turístico: SMTT estuda maneira de coibir clandestinos


                                   smtt_receptivo_orla

Com a alta temporada do turismo em Maceió, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) tem se voltado de maneira especial para o serviço ofertado pelos táxis regulares e mais ainda para a atuação de clandestinos que ofertam o transporte nas pousadas e hotéis.

Para coibir a prática irregular, representantes da SMTT, Sindicato dos Taxistas e do Grupo dos Receptivos de Alagoas vêm se reunindo para discutir soluções, e uma delas é notificar os hotéis sobre os perigos do serviço clandestino ofertado.

“Após fazermos a notificação do problema, montaremos uma fiscalização a fim de flagrar a atuação de veículos clandestinos que oferecem serviço de turismo nos hotéis”, garantiu o diretor operacional de Transporte da SMTT, Zenildo Filho. Segundo ele, a atuação de veículos irregulares que não fazem parte do sistema de transporte do município, gera um perigo aos passageiros que usufruem do serviço.

“Pelo fato de não passarem por vistorias, tais veículos podem estar transitando sem condições mecânicas, além do condutor dirigir sem a habilitação necessária para o tipo de veículo”, alerta o diretor.

Nicollas Albuquerque / 

Ascom SMTT

Fonte:
.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Bandeirada de táxi em Maceió deve subir para R$ 4,79 em fevereiro

De acordo com a SMTT, acréscimo de 10% foi votado nesta sexta-feira (29).

Decisão foi tomada durante reunião com o Conselho Municipal de Transporte.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) informou, nesta sexta-feira (29), que a tarifa dos táxis em Maceió deve aumentar 10,67% na segunda quinzena do próximo mês de fevereiro.

De acordo com o órgão, a bandeirada, preço pago ao entrar no veículo, que custa atualmente R$ 4,33, vai aumentar para R$ 4,79.

A decisão foi aprovada durante uma reunião na sede do órgão, localizada na Avenida Durval de Góes Monteiro, no bairro do Tabuleiro do Martins. O documento foi encaminhado ao prefeito Rui Palmeira (PSDB), que irá analisar se sanciona o aumento.

A secretaria afirmou ainda que o valor foi proposto pelo Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sintaxi-AL), e que foi aceito por unanimidade pelo Conselho Municipal de Transportes Coletivos.

A SMTT disse que a justificativa dada pelo Sintaxi para o aumento da tarifa foi o crescimento no valor dos combustíveis, óleos lubrificantes e serviço de manutenção, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).


29/01/2016 15h38 - Atualizado em 29/01/2016 16h52

Fonte:
.


Conselho aprova reajuste de 10,67% na bandeirada do táxi em Maceió

Valor passará a vigorar após sanção do prefeito Rui Palmeira

Andar de táxi deve ficar mais caro a partir da segunda quinzena de fevereiro

A tarifa de táxi deve ficar mais cara a partir da segunda quinzena de fevereiro. Em reunião realizada nesta sexta-feira (29), o Conselho Municipal de Transportes aprovou, por unanimidade, o reajuste de 10,67% na bandeirada. Com isso, o valor passa de R$ 4,33 para R$ 4,79.

De acordo com informações da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), o reajuste foi dado de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O aumento no preço dos insumos como combustível e peças, além de serviços automotivos, também foi levado em consideração.

Com a aprovação do reajuste no conselho, a categoria agora espera a sanção do prefeito Rui Palmeira (PSDB). Mas segundo a SMTT, o novo valor só entra em vigor na segunda quinzena de fevereiro.

O último reajuste na bandeirada dos táxis ocorreu no ano passado.

29/01/2016 15h17

Por Jamylle Bezerra

Portal Gazetaweb.com
   
Fonte:
.



quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Inmeq inicia verificação de taxímetros a partir do dia 1° de fevereiro


Os táxis com placa final 1  terão o próximo mês de fevereiro para agendar a vistoria dos taxímetros pelo site http://servicos.inmetro.rs.gov.br/ . O Instituto de Metrologia e Qualidade de Alagoas (Inmeq/AL) iniciará a primeira verificação anual, seguindo o calendário estabelecido pelo órgão, que termina ao final do mês de novembro.

De acordo com a portaria do Inmeq n° 001/2016, assinada pelo diretor-presidente Luiz Pedro Brandão, os taxistas devem fazer o agendamento da pista e, no dia da aferição, apresentar a Guia de Recolhimento da União (GRU) paga, o certificado da última verificação, o licenciamento do veículo, além da vistoria feita pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT).

O Instituto informa que o proprietário impossibilitado de atender o período estabelecido deverá apresentar justificativa por escrito antes do fim do prazo. O motorista que encontrar dificuldade em realizar o agendamento pode procurar atendimento da sede do órgão, na Rua Empresário Valentim dos Santos Diniz, S/N bairro Canaã, ou pelo telefone 3218-9127.

Cronograma para 2016

Período                      Final da Placa
De 01 a 29/02                     1
De 01 a 31/03                     2
De 01 a 30/04                     3
De 01 a 31/05                     4
De 01 a 30/06                     5
De 01 a 31/07                     6
De 01 a 31/08                     7
De 01 a 30/09                     8
De 01 a 31/10                     9
De 01 a 30/11                     0

27/01/2016 17h00

Agência Alagoas

Fonte:
.