segunda-feira, 21 de julho de 2014

SMTT de Maceió Notifica condutores infratores

SMTT de Maceió RESOLVE NOTIFICAR, todos os condutores infratores de trânsito, abaixo relacionados, consoante o que dispõe o Art. 281, Parágrafo Único, Inciso II, da lei nº 9503/97(CTB).

Fica V.Sª NOTIFICADA de que foi lavrada Autuação de Infração de Trânsito cometida com o veículo de sua propriedade, conforme discriminação PORTARIA Nº. 228 DE 17 DE JULHO DE 2014, podendo apresentar DEFESA PRÉVIA, junto à SMTT, no prazo máximo de 30(trinta) dias a contar desta publicação

Clique no Link abaixo ou copie e cole em seu navegador para acessar o Diário Oficia do Município do dia 18 de Julho de 2014, em seguida vá para a pagina 8 em diante e verifique se o seu nome esta nesta lista.




Fonte:

Diário Oficial do Município de Maceió
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domingo, 20 de julho de 2014

INCENTIVO À LEITURA - EM MACEIÓ, TAXISTAS E PASSAGEIROS APROVAM A IDEIA

INCENTIVO À LEITURA.

 Em iniciativa inovadora, táxis de Maceió aderem a projeto que vem criando biblioteca móvel e colaborativa


NO MEIO DO CAMINHO TINHA UM LIVRO

Foto: MARCELO ALBUQUERQUE

Iniciativa é unânime entre taxistas e passageiros: todos adoram!

Você pega um táxi. Trânsito parado. Buzinas. Estresse. Viver no mundo moderno não é mesmo fácil, pode vir à sua cabeça. Vai levar um tempinho – ou tempão – para chegar ao destino final. Não há muito por ali, naquele pequeno espaço sob quatro rodas. O que você faz enquanto isso? Se conecta ao mundo virtual no celular, observa a paisagem pela janela, entra nos próprios pensamentos, conversa com o taxista – ou finge ignorá-lo? Na capital alagoana, é possível ir além de tudo isso e viajar, sim, mas para o mundo da leitura.

Tudo graças ao Bibliotáxi, um projeto que vem transformando táxis de Maceió e de várias cidades brasileiras em verdadeiras bibliotecas móveis – e distanciando bastante o termo de seu significado tradicional. Isso porque, segundo o dicionário, biblioteca seria “um edifício público ou particular onde se instalam grandes coleções de livros destinados à leitura de frequentadores ou sócios”. Não mais depois dessa iniciativa.

Desenvolvida dentro dos carros do Easy Taxi – aplicativo que permite a conexão direta entre taxistas e passageiros –, ela pretende fomentar a leitura e a educação. Mas não só isso. Segundo o site do programa, a ideia quer também “estimular a cultura do ‘compartilhamento’ na sociedade brasileira para que bairros e comunidades possam usufruir de cidades mais inclusivas, saudáveis e sustentáveis”.

É isso mesmo. Porque, além de móveis, as bibliotecas sob quadro rodas são, também, colaborativas. O passageiro pega o livro, pode levar pra casa e, depois, devolver em sua próxima corrida, em outro táxi cadastrado. Assim, as obras literárias vão girando de mão em mão e rodando a cidade junto com as pessoas, chegando a um número cada vez maior dos destinatários para os quais foram feitas: os leitores.

EM MACEIÓ, TAXISTAS E PASSAGEIROS APROVAM A IDEIA

Quando lançou Guia politicamente incorreto do Brasil, Leandro Narloch conseguiu irritar muita gente. Nas páginas, o autor se propõe a rever alguns conceitos sobre a história nacional e, nessa leva, não se salva ninguém. Índios, negros, samba, Guerra do Paraguai, Aleijadinho e comunistas – todo mundo teve sua história contada errada. A obra é uma das disponíveis no Bibliotáxi, que, ao contrário dela, só tem agradado quem o conhece.

Um deles é Heronaldo dos Santos, que, aos 43 anos, trabalha como taxista há 20 e diz nunca ter visto nada igual. Na biblioteca dele, está justamente o Guia... e há dois meses ele roda com a publicação no carro. “Eles me ofereceram e eu quis colocar. Gostei muito. Nunca vi nada assim, mas é tão legal! E até encurta a corrida pro passageiro, ainda mais nessa cidade cheia de engarrafamento”, opina.


Os clientes elogiam a iniciativa. “Eles gostam muito. Dizem que nunca viram disso aqui. É bom que mais pessoas podem ler, até porque aqui não tem muito esse costume de ler, né?”, conta o profissional, que acrescenta: todo mundo que entra no táxi fica curioso. “As pessoas perguntam aí explico o que é e como funciona”.

PROFISSIONAIS COMEMORAM INICIATIVA

Empolgação deveria ser o sobrenome de Robert Wagner dos Santos. Pelo menos quando o assunto é o Bibliotáxi, ideia que o taxista maceioense parece ter abraçado com todo o vigor. Atualmente, ele tem três livros em seu veículo: Istambul – Memória e cidade, de Orhan Pamuk (Companhia das Letras), A casa da praia, de Jane Green (Nova Fronteira), e Mick Jagger, de Philip Norman (Companhia das Letras).

Também há uns dois meses com as publicações em seu veículo, ele afirma ter gostado bastante da iniciativa, a qual conhece em todos os mínimos detalhes. “Os livros ficam rodando pela cidade. O passageiro pega o livro no meu táxi e entrega em outro que seja cadastrado no Easy Táxi. Foi uma parceria com a Saraiva e achei muito interessante. E tem de todo tipo: romance, suspense, história”, exemplifica.


Apesar da rotatividade, ele já sentencia: não empresta as obras a todo mundo, não. “Empresto aos passageiros que pegam táxi com frequência. Vai que empresto a qualquer um e a pessoa não devolve nem a mim e nem em outro carro? A gente não sabe a cabeça de todo mundo, né? Empresto ao passageiro que vai ler e depois devolve. O bom é que comigo sempre devolveram”.

BEST-SELLERS E CLÁSSICOS À DISPOSIÇÃO

Achar os livros dentro dos táxis é fácil: eles ficam em bolsões customizados, no encosto do banco dianteiro.
E é nesses bolsões que estão verdadeiros clássicos. Quer um exemplo? Nihonjin, de Oscar Nakasato, vencedor do prêmio Jabuti de 2012 na categoria melhor romance, pode ser encontrado por lá.

Outros, como Menino Maluquinho, de Ziraldo, e A menina que roubava livros, de Markus Zusak, também.
Na lista, que conta com mais de 100 publicações, não poderiam faltar, claro, os best-sellers. A culpa é das estrelas (John Green), As esganadas (Jô Soares), Guia politicamente incorreto da história do Brasil (Leandro Narloch), Nunca desista de seus sonhos (Agusto Cury), De malas prontas (Danuza Leão), Divã (Martha Medeiros) e Laços inseparáveis (Emily Giffin) são só alguns deles.

Para conseguir tantos títulos, além da Saraiva e seu selo Benvirá, entraram como parceiras ainda Casa da Palavra, Companhia das Letras, Editora Globo, Intrínseca, Leya, Melhoramentos, Nova Fronteira, Novo Conceito, Objetiva e Sextante.

Assim como todas elas, os passageiros também podem fazer suas doações e ajudar a aumentar o novo ideal de biblioteca móvel e colaborativa.

Clientes elogiam a iniciativa e profissionais do táxi se empolgam com novidade; até agora, saldo tem sido positivo na capital alagoana

USUÁRIOS TAMBÉM SE DIVERTEM

A primeira experiência do estudante Roosivelt Carvalho, de 21 anos, com o Bibliotáxi aconteceu na última semana. Até então, o jovem nunca tinha ouvido falar do projeto, que, para ele, é nada menos que uma ótima ideia. “Não conhecia, mas, quando vi, achei incrível. Amei, na verdade”, diz ele, que está cursando Relações Públicas da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

O único problema, conta, era não saber se a publicação em questão estava disponível para que ele pudesse levar – não havia qualquer aviso com relação a essa parte do projeto. Na dúvida, achou melhor deixar por lá mesmo, mas já sabe: da próxima, está disposto a levar para casa a obra que gostar.

“Caso o livro me pareça interessante, eu farei isso, com certeza”, afirma o estudante, que também reclama de mais um ponto durante a viagem. “Só o que me questionei foi o fato de o som do carro estar muito alto e eu não conseguir me concentrar”, destaca Roosivelt.

Já para a consultora Micheline Bezerra, de 39 anos, as experiências foram todas positivas. Para ela, que pega entre quatro e cinco táxis diariamente, o projeto é uma mão na roda na hora do trânsito estressante da cidade. Tanto que a pernambucana que atualmente mora em Maceió já tomou emprestadas duas publicações por meio da biblioteca móvel.

UM PROBLEMA: NEM TODOS SABEM USAR

Além de não estar em boa parte da frota maceioense, taxistas e usuários ainda possuem outra reclamação: nem todos devolvem os livros que pega. Segundo o próprio criador do Easy, Tallis Gomes, essa é também uma das possibilidades do projeto, permitindo que as pessoas fiquem com o livro. A atitude, porém, acaba quebrando a corrente solidária de girar a biblioteca e, acima de tudo, a literatura.

Acostumada com o conceito de algo solidário e sempre em movimento, Micheline Bezerra reclama da atitude. “A cada táxi que você pega que tem a iniciativa, já é oportunidade de ver novo livro ou mesmo ler um novo capítulo, mas pena que nem todo mundo devolve. Isso dificulta um pouco”.

O mais crítico, porém, é mesmo o taxista Carlos Alberto, que, agora, anda com o bolsão especial, que seria para os livros, completamente vazio. “Nunca me devolveram e também não trouxeram outros. Aí novos passageiros leem sobre a iniciativa e ficam me perguntando. Já estou com vontade de tirar esse bolsão daqui porque está vazio. Eu não tenho mais livros e fico esperando que o pessoal tenha a cultura de trazer. Tem muita gente que não está preparada para o projeto”, diz.


Por: LARISSA BASTOS – REPÓRTER

Foto: MARCELO ALBUQUERQUE

Todos os direitos reservados ao Jornal Gazeta de Alagoas

Edição de 20 de Julho de 2014

Fonte:
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sábado, 19 de julho de 2014

Taxistas têm até o dia 30 para colocar novo adesivo em veículos

Taxistas da capital devem ficar atentos. No próximo dia 30 encerra o prazo para adesão da nova plotagem de veículos. A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Maceió (SMTT) é quem alerta. A partir de 1º de agosto todos os profissionais credenciados deverão estar com a nova faixa de identificação lateral nos veículos.

A nova plotagem foi iniciada em 14 de maio, mas a Diretoria de Transportes e Táxis da SMTT esclarece que a partir do dia 01 de agosto todos os profissionais credenciados deverão estar com o novo adesivo nos veículos, caso contrário, a permissão será recolhida e o taxista deverá comparecer à sede da SMTT com a adesivação correta.

Também a partir do dia 1º, o órgão iniciará uma fiscalização com agentes de trânsito e fiscais de transportes para verificar se a obrigatoriedade do novo modelo está sendo cumprida. A mudança para a nova faixa lateral foi uma medida para facilitar a visualização dos táxis como meio de transporte e o número de identificação na parte lateral.

De acordo com o diretor de Transportes e Táxi da SMTT, Zenildo Filho, toda a frota da capital deve ser atualizada. A plotagem pode ser feita no Sindicato dos Taxistas do Estado de Alagoas (Sintáxi) e na Associação dos Profissionais do Táxi de Maceió (Asprotam). “A previsão é plotar mais de 3.000 veículos. Até o dia 20 deste mês, os taxistas devem fazer a plotagem e posterior a essa data, todo veículo que vier realizar a vistoria já deve estar com a nova faixa lateral”, explicou.

A mudança para uma nova faixa lateral foi uma medida encontrada para facilitar a visualização dos táxis como meio de transporte. Além disso, o número de identificação na parte lateral dará um visual mais moderno. “Essa atualização de plotagem é de extrema importância, pois servirá para padronizar a categoria e diferenciar dos demais veículos”, disse o presidente da Associação dos Taxistas, Everaldo Júnior.

19/07/2014 08:47

Fonte:

Secom – Maceió

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Presidente do Sintáxi é algemado e preso durante manifestação em rodovia


Taxistas Ubiraci Correia, Eron Laurentino, Carlos Henrique Ferreira e José Camilo foram presos (Crédito: TNH1/Erik Maia)

O presidente do Sindicato dos Taxistas de Alagoas, Ubiraci Correia, foi preso na manhã desta quinta-feira (10), junto com outros três colegas, durante uma manifestação da categoria na BR-316, em Satuba.


De acordo com o secretário geral do Sintáxi, Fernando Ferreira, a polícia já havia negociado a liberação da rodovia, que estava bloqueada com pneus em chamas, e o Corpo de Bombeiros já havia apagado o fogo e desfeito o bloqueio quando chegou a Tropa de Choque a Polícia Militar.

Ele relata que os militares chegaram jogando bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os taxistas. A maioria se afastou e quando retornou ao local onde os policiais estavam viu o presidente do sindicato sendo algemado e colocado dentro da mala da viatura.

Fernando nega que tenha havido enfrentamento dos manifestantes com a polícia, já que, antes do protesto, a categoria teria definido que não contestaria qualquer ordem policial, caso fosse dada aos manifestantes.

“Não vi motivo para algemar, nem para colocar na mala do Palio. Ele não é bandido, não estava armado, não estava causando ameaça à população”, reclama.

O sindicalista foi levado com os taxistas Eron Laurentino, Carlos Henrique Ferreira e José Camilo, para a Delegacia de Satuba. Eles alegam que não reagiram, mas que a policia usou força desnecessária.

Um militar do Bope falou com a reportagem do TNH1, pediu para não ser identificado. Segundo o policial, a PM foi acionada pelo Centro Integrado de Operações da Defesa Social (Ciods) para desobstruir a rodovia. Ao chegar no local, o militar alegou que alguns manifestantes estavam incitando a violência no local e que desacataram os militares e foram detidos. "Usamos apenas a força necessária, os que reagiram foram contidos e levados para a delegacia de Satuba", disse.

O delegado Carlos Umberto informou que os sindicalistas serão autuados por desacato à autoridade e resistência à prisão, mas não ficarão detidos, tendo apenas respondido a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

10/07/2014 11h58

Deborah Freire

Fonte:

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Presidente de sindicato é preso em protesto de taxistas na BR-316


Ubiraci (BIRA) preso  (Foto: Fernando Ferreira/Cortesia)

Ainda foram detidos pelo Bope outros três taxistas que realizavam protesto contra fiscalização da Arsal

O protesto dos taxistas na BR-316, em Satuba, resultou na prisão do presidente do Sindicato dos Taxistas de Alagoas (Sintaxi/AL), Ubiraci Correia, o 'Bira', no final da manhã desta quinta-feira (10). Além do sindicalista, ainda foram detidos pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) mais três taxistas. Eles foram autuados por desacato na delegacia da Polícia Civil de Satuba e, em seguida, liberados.

Bira conversou com a reportagem e confirmou a prisão, informando que os militares do Bope chegaram ao local do manifesto efetuando disparos e abordagens à categoria, o que resultou na prisão de quatro motoristas. Eles foram conduzidos à Delegacia de Satuba, onde aguardavam a presença de advogados e do delegado Carlos Humberto, que vai analisar o fato e conversar com as partes.

“Estávamos fazendo um protesto pacífico contra a Arsal [Agência Reguladora de Serviços do Estado de Alagoas] quando o Bope já chegou atirando e acabando com o manifesto. Não colocamos nem os carros na pista, apenas fogo em pneus, mas as chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros. Realmente, não sei o motivo da prisão; meus colegas foram abordados e fui defendê-los, mas eles não quiseram conversa e me levaram também”, informou Bira, na recepção da distrital.

Segundo Ubiraci, independentemente de prisão, os protestos vão continuar 'porque a Arsal está irredutível e não há como manter diálogo com o órgão regulador'. “Vamos continuar fechando vias, estradas e rodovias porque é inadmissível a postura da agência. Ela não pode mais apreender veículos, conforme determinação da Justiça, e nem fiscalizar aqui, pois, o local é uma rodovia federal, cuja competência é da Polícia Rodoviária Federal [PRF]”, assinalou o presidente.

O protesto

Os taxistas bloquearam um trecho da rodovia BR-316, no município de Satuba, como forma de protestar, mais uma vez, contra fiscalizações realizadas pela Arsal. Um grupo formado por cerca de 50 profissionais colocou fogo em pneus e galhos de árvores, impedindo o fluxo de veículos nos dois sentidos da estrada. Por conta disso, foi grande o congestionamento no local.

De acordo com Ubiraci Correia, o motivo do bloqueio é a ação efetuada pela Arsal durante as fiscalizações realizadas no estado. Segundo ele, como estão proibidos pela Justiça de apreender veículos, os fiscais agora estão mandando os passageiros descerem dos carros e aguardarem outra condução. 

Os profissionais são proibidos de transportar passageiros do interior para a capital e, depois, de retornar para a cidade de origem com outros ocupantes. Para que o transporte aconteça do interior para a capital, é preciso que sejam transportados os mesmos passageiros na ida e na volta, segundo a Arsal. 

Por sua vez, a assessoria de Comunicação da Arsal informou que, com a decisão judicial, o órgão fica impedido, apenas, de apreender veículos, mas pode continuar realizando o trabalho de fiscalização normalmente.

POLÍCIA

10/07/2014 12h18

Atualizado às 15h15

Jobison Barros

Foto: Cortesia

Fonte:


Presidente do Sintaxi é preso por desacato durante protesto



O protesto de um grupo de taxistas na rodovia BR -136, no município de Satuba, terminou com a prisão do presidente do Sindicato dos Taxistas e mais três membros por desacato à autoridade, na manhã desta quinta-feira (10). Ubiraci Correia acompanhava as atividades do grupo quando foi recolhido por equipe da Polícia Militar e conduzido à Central de Flagrantes, no bairro do Pinheiro, em Maceió.

A retirada do grupo do local ocorreu após a chegada das equipes do  Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).  Os taxistas bloquearam os dois sentidos da rodovia BR 31 reivindicam o posicionamento da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal) em retirar os passageiros dos veículos durante a fiscalização. Em entrevista ao CadaMinuto no começo do protesto, Correia afirmou que a Arsal não tem poder legal para exigir a retirada dos passageiros em casos de fiscalização.

 “A Lei não prevê a retirada dos passageiros. É ilegal. É esta a reivindicação da categoria. Esta medida causa constrangimento ao passageiro, que fica na rua. Nós não estamos contra a fiscalização da Arsal, mas sim aos excessos”, ressaltou ele.

Ao Cada Minuto, o diretor especial de Transporte da Arsal, Fábio Calheiros explicou que, embora os veículos não possam ser apreendidos, a decisão judicial não impede o órgão em dar continuidade à fiscalização, o que inclui o transbordo de passageiros e de outras medidas padrão.

“A Arsal possui o aval da justiça para coibir o transporte irregular, fazer a redenção do veículo e o transbordo de passageiros. Após esse procedimento, nós liberamos o veículo”, afirmou.

Ubiraci Correia destacou que ainda que outros movimentos poderão ocorrer. “Enquanto o governador não tomar uma posição, nós vamos reivindicar. A via pode ser liberada agora, mas depois será marcado outro e outro”, finalizou.

Postado em 10/07/2014 às 09:59

Atualizada às 11h40.

Foto: Cortesia

Por Karine Amorim

Fonte:
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sábado, 5 de julho de 2014

Prefeitura de Maceió cria Projeto de Lei para proibir transporte clandestino

De 576 apreensões em 2013, 159 foram anuladas por falta de lei.

Projeto foi encaminhado para apreciação da Câmara de Maceió.

A Prefeitura de Maceió publicou, no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (4), um Projeto de Lei que dispõe sobre a proibição da prática de transporte remunerado irregular e clandestino de passageiros na capital alagoana. Junto ao projeto, o prefeito Rui Palmeira (PSDB) enviou uma mensagem ao presidente da Câmara Municipal, Francisco Holanda Filho (PP), explicando a importância da aprovação da lei.

Segundo Palmeira, a falta de uma lei que trate do assunto abre brechas para argumentos e ações judiciais que anulam as multas e penalidades aplicadas pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) aos motoristas que praticam as irregularidades.

"Atualmente, a Prefeitura de Maceió, por intermédio da SMTT, realiza diariamente intensas fiscalizações. Contudo, vem constantemente sendo questionada com incontáveis demandas judiciais que visam à declaração da ilegalidade das apreensões de veículos pela prática do transporte de passageiros remunerados sem a sua autorização", diz.

"Após uma consulta ao sistema da SMTT, percebemos a dimensão dos prejuízos ocasionados com tais liberações. No expediente de 2013, das 576 apreensões realizadas, 159 foram anuladas por meio de ordem judicial, enquanto que em 2014, até o momento, foram anuladas judicialmente 120 apreensões de um total de 246", diz a publicação.

Segundo Palmeira, o tipo de transporte irregular resulta em desequilíbrio econômico entre outros prejuízos à população.

O projeto, que será analisado pela câmara, prevê a aplicação de R$ 2.180 por infração, apreensão do veículo e custo de remoção do veículo no valor de R$ 80, caso o motorista não portar relação emitida pela SMTT com nome, RG e destino dos passageiros.

04/07/2014 10h11 - Atualizado em 04/07/2014 10h11

Natália Souza

Do G1 AL

Fonte:
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