quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Taxista é sequestrado e feito refém durante assalto em Maceió
Caso aconteceu na madrugada e
polícia ainda não tem informações se ele foi encontrado; crime foi cometido por
dois suspeitos
Taxista foi sequestrado por dois
homens no Tabuleiro do Martins
O roubo de um veículo acabou no
sequestro de um taxista na madrugada desta sexta-feira (8), em Maceió. O caso
aconteceu no Tabuleiro do Martins e o motorista, que estava em um Renault Logan
Sedan, de cor branca e placa não identificada, ainda não foi localizado pela
polícia.
Segundo informações do relatório
do Centro Integrado de Operações da Secretaria de Segurança Pública
(Ciosp/SSP), um motorista de Uber teria entrado em contato com a PM informando
o roubo de um táxi por dois suspeitos, que levaram o taxista como refém e
conseguiram escapar.
A dupla fugiu no sentido da Santa
Amélia. De acordo com a testemunha, o primeiro estava sem camisa e com boné
vermelho, enquanto o segundo não teve qualquer característica identificada. Um
alerta geral foi feito ainda durante a madrugada para todas as mesas de rádio
do Ciosp.
A polícia ainda não tem novas
informações sobre o caso na manhã desta sexta-feira (8). A Gazetaweb tentou
contato com o Sindicato dos Taxistas, mas não obteve sucesso.
Por Larissa Bastos | Portal
Gazetaweb.com 08/12/2017 08h51
FOTO: NELDSON NEVES / O LIBERAL
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Mulher acusa motorista da Uber de sequestro relâmpago e ameaças
Vítima conta que pulou do carro
para fugir. Caso aconteceu no dia 24 de novembro e Uber diz que o motorista foi
desativado desde que a denúncia foi feita.
Uma mulher identificada como Ana
Paula Silva fez um relato de desespero em sua página do Facebook. Ela acusou um
motorista da Uber, que aparece no cadastro da empresa como Carlos Daniel, de
fazer um sequestro relâmpago com ela sob fortes ameaças.
O caso aconteceu na noite do dia 24
de novembro, próximo ao Norte Shopping, em Del Castilho, Zona Norte do Rio. No
aplicativo, o motorista aparece com avaliação 4,17, com tempo de trabalho de um
mês.
“Na sexta-feira à noite, saindo do
Norte Shopping, chamei um Uber, e aí então começou todo o meu desespero. Sofri
uma espécie de sequestro relâmpago, o indivíduo percorreu comigo todas as
comunidades nas proximidades da Avenida Dom Hélder Câmara, me fazendo ameaças a
todo tempo, passamos pelo Engenhão, e ele ameaçava entrar nas comunidades
próximas, foi quando ele reduziu a velocidade, eu abri a porta, joguei as
bolsas na rua e me joguei também”, relatou Ana Paula.
A mulher ainda conta que, após
conseguir fugir do motorista, ficou em uma rua completamente deserta, onde
recebeu a ajuda de um senhor. “Ainda estou muito abalada. Estou também com a
perna direita inchada e dolorida por ter tido que puxá-la pra fugir do carro.
Amigos, estou tomando todas as devidas medidas para que esse marginal seja
punido e não venha mais fazer nenhum tipo de vítima, porque só eu sei os
momentos de tortura psicológica que passei”, acrescentou.
Carlos Laia 29 de novembro de 2017
Por G1
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Rui Palmeira critica regulamentação da Uber e diz que empresa não quer pagar imposto
Rui Palmeira critica regulamentação da Uber e diz que
empresa não quer pagar imposto
O prefeito Rui Palmeira (PSDB), na manhã desta sexta-feira
(03), criticou a regulamentação da empresa Uber que o Senado aprovou na última
terça-feira (31). Para o prefeito, a empresa Uber pratica o “calote” ao se
negar pagar imposto em Maceió e nas outras cidades do país.
Durante a entrega de mais um parque infantil sustentável, na
Avenida Silvio Viana, no bairro da Ponta Verde, Rui enfatizou que a empresa
investe na propaganda e com muita “cara de pau” diz que o serviço está
regulamentado.
“Claro que não é regulamentado. Eles exploram a mão de obra
e quem ganha é a empresa, o meu desejo é que assim como o táxi, o serviço seja
regulamentado e que os motoristas passem por uma capacitação para saber se eles
são aptos ou não”, disse o prefeito.
O prefeito também disse que não é contra a Uber, mas que é
necessário que o serviço se equipare ao táxi para que a concorrência seja justa
e que eles paguem impostos.
Foto: Bruno Levy/Cada Minuto Rui Palmeira
Por Raíssa França com Bruno Levy* 03/11/2017 às 10:04 Maceió
Fonte:
http://www.cadaminuto.com.br/noticia
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Uber proibida em Londres por ferir a integridade física do cidadão
O presidente do Uber vem ao Brasil
para tentar evitar a regulamentação de aplicativos que prestam serviço de táxi
em carros particulares. O único investimento que o Uber faz no Brasil é nas
altas somas pagas à Rede Globo pelas propagandas em horário nobre, como a que
foi exibida esta semana no intervalo do Jornal Nacional. Quando o Uber paga
para ter direito à publicidade na Globo, está investindo numa emissora que
patrocina a tomada do poder político por figuras como o Temer. Ao ser
anunciante da Globo, o Uber fortalece uma emissora que ajudou a promover
movimentos neoconservadores como o MBL. Quando o Uber se associa à Globo,
fortalece uma empresa de comunicação que apoiou dois golpes de Estado; que se
empenhou pela aprovação da Reforma Trabalhista, uma reforma que desregulamentou
o emprego como conhecemos; a mesma Globo, que agora nos empurra a Reforma da
Previdência como algo benéfico, não revelando que se trata da privatização do
sistema de aposentadorias. O Uber e a Globo são faces iguais de uma mesma moeda
oxidada.
O Uber alega que a regulamentação
fere o direito de escolha do cidadão, não confessa que foi proibido em grandes
metrópoles como Londres por ferir a integridade física do cidadão, por não
proporcionar segurança aos seus usuários e motoristas, da mesma forma que
ocorre no Brasil. O presidente do Uber não irá falar sobre as mais de 50 mil
denúncias que coleciona em sites de defesa do consumidor, como o Reclame Aqui,
nem revelará que é uma das empresas com mais queixas diárias relatadas nesse mesmo
site. O Uber e outros aplicativos são empresas de táxi enxertadas pelo capital
estrangeiro, mas que não querem ser classificadas nas mesmas regras que
orientam os taxistas. Querem o monopólio de um mercado que é bilionário quando
não precisam se submeter às leis que protegem o consumidor e os prestadores de
serviço. O Uber e todos os aplicativos querem a mesma desregulamentação que vai
acabar com nossos empregos, com a nossa renda e com a aposentadoria que nos
garantia sobreviver à velhice.
Texto de Alexandre Coslei. Facebook 30/10/2017
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Uberização: a nova onda do trabalho precarizado”
Livro questiona efetividade do Uber e de outros aplicativos
O debate sobre os serviços de compartilhamento ganha um novo
tópico nesta terça-feira (24), com o lançamento do livro "Uberização: a
nova onda do trabalho precarizado", do autor britânico Tom Slee, publicado
pela Editora Elefante.
A obra reforça o embate que existe sobre a efetividade de
empresas responsáveis por serviços como o Uber e o Airbnb e apresenta a
discussão sobre um outro ponto de vista: o das relações de trabalho e da
inserção dos apps na economia.
Apesar das várias vantagens que os consumidores apontam em
serviços como esses, Tom Slee é um crítico da economia do compartilhamento –
chamada por ele de "movimento pela desregulação" - e afirma que essas
novas empresas tentam se sobrepor às normas elaboradas por meio do processo
democrático para impor o seu modelo.
Slee diz que o sucesso do Uber "decorre de seu
parasitismo nas cidades onde opera" e enfatiza que a habilidade do
aplicativo em fornecer um serviço barato e eficiente "vem da habilidade de
operar em prejuízo enquanto persegue seu generosamente financiado caminho para
o crescimento".
Num dos trechos do livro, o britânico afirma que
"grandes instituições financeiras e fundos influentes de capital de risco
estão vislumbrando uma oportunidade para desafiar as regras formuladas pelos
governos municipais democráticos ao redor do mundo".
"E para remodelar as cidades de acordo com seus
interesses... Não se trata de construir uma alternativa à economia de mercado
dirigida por corporações. Trata-se de expandir o livre mercado para novas áreas
de nossas vidas", acrescenta.
Segunda-feira, 23/10/2017, às 20:47, por Matheus Leitão
Fonte:
http://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/livro-questiona-efetividade-do-uber-e-de-outros-aplicativos.html
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